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	<title>PIB Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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	<title>PIB Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 589; são mais de 2,9 mil feridos e milhares de desaparecidos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/numero-de-mortos-por-terremotos-na-venezuela-chega-a-589-sao-mais-de-29-mil-feridos-e-milhares-de-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Venezuela contabiliza 589 mortos e mais de 2,9 mil feridos após os terremotos registrados na quarta-feira (24). O balanço foi divulgado nesta sexta-feira (26) pela presidente Delcy Rodríguez. Durante pronunciamento, ela afirmou que dezenas de sobreviventes foram resgatados com vida e informou que o país já registrou outras 214 réplicas dos terremotos. Os tremores, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela contabiliza 589 mortos e mais de 2,9 mil feridos após os <a href="https://fatorrnoticias.com.br/dois-terremotos-na-venezuela-deixam-ao-menos-164-mortos-feridos-passam-de-mil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>terremotos registrados na quarta-feira (24)</strong></a>. O balanço foi divulgado nesta sexta-feira (26) pela presidente Delcy Rodríguez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante pronunciamento, ela afirmou que dezenas de sobreviventes foram resgatados com vida e informou que o país já registrou outras 214 réplicas dos terremotos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5 na escala Richter, atingiram principalmente o estado de La Guaira, onde houve o desabamento de diversos edifícios. Diante da destruição, o governo declarou a região como zona de desastre natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O site Desaparecidos Terremoto Venezuela, criado por integrantes da sociedade civil, estima que mais de 40 mil pessoas continuem desaparecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) projeta a possibilidade de dezenas de milhares de vítimas e perdas econômicas entre 1% e 7% do Produto Interno Bruto (PIB) da Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte da ajuda internacional, uma aeronave KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou às 10h (horário de Brasília) desta sexta-feira transportando uma equipe de busca e resgate urbano formada por profissionais da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, bombeiros de Minas Gerais, São Paulo e Paraná e especialistas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>PIB de Roraima cresce com aposta em regularização fundiária e agroexportação</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/pib-de-roraima-cresce-com-aposta-em-regularizacao-fundiaria-e-agroexportacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 15:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar e indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima foi o estado que mais cresceu em 2022, com aumento de 11,3% no PIB, segundo o IBGE. O avanço é atribuído principalmente à agropecuária, setor que vem sendo fortalecido por políticas de regularização fundiária. O governador Antonio Denarium (PP) afirma que a entrega de mais de 22 mil títulos definitivos e a titulação de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima foi o estado que mais cresceu em 2022, com aumento de 11,3% no PIB, segundo o IBGE. O avanço é atribuído principalmente à agropecuária, setor que vem sendo fortalecido por políticas de regularização fundiária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governador Antonio Denarium (PP) afirma que a entrega de mais de 22 mil títulos definitivos e a titulação de 2 milhões de hectares mudaram o cenário agrícola do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É o maior programa de regularização fundiária do Brasil. Isso deu segurança jurídica e atraiu investimentos”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações refletem esse avanço. Em 2018, Roraima exportava US$ 14 milhões. Em 2024, o volume saltou para US$ 313 milhões, um aumento de mais de 1.800%. A soja é o principal produto, com US$ 124 milhões exportados em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais destinos são Venezuela e Guiana, mas o governo busca abrir mercados na Europa e Ásia. Também há foco em agricultura familiar e indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Capacitamos indígenas e levamos equipamentos e insumos para 200 comunidades”, completou Denarium.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de InfoMoney</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Economia perde ritmo no 4º trimestre e fecha 2024 com alta de 3,4% no acumulado</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/economia-perde-ritmo-no-4o-trimestre-e-fecha-2024-com-alta-de-34-no-acumulado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;economia&#160;brasileira perdeu ritmo no quarto trimestre, mas fechou 2024 com alta de 3,4% no acumulado do ano, apontam dados do&#160;Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo&#160;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento de 3,4% veio após avanço de 3,2% em 2023. Trata-se da maior alta desde 2021 (4,8%), quando o PIB [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;economia&nbsp;brasileira perdeu ritmo no quarto trimestre, mas fechou 2024 com alta de 3,4% no acumulado do ano, apontam dados do&nbsp;Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento de 3,4% veio após avanço de 3,2% em 2023. Trata-se da maior alta desde 2021 (4,8%), quando o PIB se recuperava dos estragos da pandemia no ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo resultado ficou em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 3,5%, conforme a agência Bloomberg. O intervalo das estimativas ia de 3,2% a 3,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o ano atípico de 2021 não fosse levado em conta, já que a base de comparação com 2020 estava fragilizada pela pandemia, a alta de 3,4% seria a maior desde 2011 (4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando apenas o quarto trimestre de 2024, o PIB mostrou relativa estagnação no país. Houve leve variação positiva de 0,2% frente aos três meses imediatamente anteriores, disse o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número veio ligeiramente abaixo da mediana de 0,4% esperada por analistas em pesquisa da Bloomberg. O intervalo das previsões ia de 0% a 0,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB havia crescido 1% no primeiro trimestre de 2024, 1,3% no segundo e 0,7% no terceiro, de acordo com dados revisados pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas divulgadas anteriormente eram de 1,1%, 1,4% e 0,9%. A revisão dos números é um procedimento comum no instituto a partir da incorporação de novas informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um resultado bom para o ano passado, mas com um prenúncio [no quarto trimestre] do que será 2025: um ano de crescimento mais baixo e mais dificuldades na economia. Isso já está um tanto quanto contratado&#8221;, afirma a economista Juliana Inhasz, professora do Insper.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consumo sente juro alto, diz IBGE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de ritmo do PIB no quarto trimestre foi puxada pelo consumo das famílias. O consumo caiu 1% em relação aos três meses imediatamente anteriores. Foi a primeira baixa desde o segundo trimestre de 2021 (-1,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o resultado reflete o&nbsp;início do ciclo de alta da taxa básica de juros (Selic) e a&nbsp;aceleração da inflação dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ainda disse que a base elevada de comparação ajuda a explicar o freio no consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No quarto trimestre de 2024, o que chama atenção é que o PIB ficou praticamente estável, com crescimento nos investimentos [0,4%], mas com queda no consumo das famílias&#8221;, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso porque no quarto trimestre tivemos um pouco de aceleração da inflação, principalmente a de alimentos. Continuamos tendo melhoria no&nbsp;mercado de trabalho, mas com uma taxa já não tão alta. E os juros começaram a subir em setembro do ano passado, o que já impactou no quarto trimestre.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demanda interna impacta ano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 2024, a atividade econômica teve impulso da demanda interna, indicou o IBGE. Houve impacto de medidas de estímulo do governo&nbsp;Lula&nbsp;(PT) e do&nbsp;desempenho positivo&nbsp;do&nbsp;mercado de trabalho, que mostrou&nbsp;queda do desemprego e aumento da renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conjuntura levou o PIB a um crescimento acima do previsto inicialmente por analistas e pelo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia, ao final de 2023, a mediana das estimativas do mercado financeiro indicava avanço de apenas 1,52% em 2024, de acordo com o&nbsp;boletim Focus, do&nbsp;Banco Central (BC). O Ministério da Fazenda tinha uma projeção de 2,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Apesar desse fechamento mais fraco [no quarto trimestre], 2024 foi um ano de crescimento robusto, com a economia avançando 3,4%, bem acima do seu potencial&#8221;, afirma o economista Igor Cadilhac, do PicPay.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse desempenho foi impulsionado, principalmente, pela forte demanda doméstica, sustentada por uma política fiscal expansionista e pelo aumento da oferta de crédito.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Selic maior é desafio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter a economia aquecida ficou mais difícil&nbsp;a partir do segundo semestre do ano passado, quando o BC&nbsp;passou a subir os juros&nbsp;para conter a&nbsp;inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para 2025, a tendência de desaceleração deve continuar, embora o primeiro trimestre ainda se beneficie do desempenho da agropecuária&#8221;, diz a economista Mariana Rodrigues Monteiro, da SulAmérica Investimentos. A casa prevê PIB de 2% neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mediana, as estimativas do mercado sinalizam uma variação de 2,01% para o acumulado de 2025, conforme o boletim Focus. A Selic&nbsp;está em 13,25%&nbsp;ao ano e&nbsp;deve fechar dezembro em 15%, de acordo com a mesma publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta dos juros tenta esfriar a demanda por bens e serviços para conter os preços. O efeito colateral do crédito mais caro é o obstáculo ao consumo e aos investimentos produtivos, vetores do PIB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Olhando para o futuro, a combinação de inflação persistente, juros elevados e consequente aperto das condições financeiras deve pesar sobre a atividade econômica&#8221;, afirma Igor Cadilhac, do PicPay.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Fazenda&nbsp;projeta crescimento de 2,3% para o PIB de 2025. A estimativa é maior do que a mediana do mercado (2,01%), mas também sinaliza uma desaceleração ante 2024 (3,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços e indústria fecham 2024 no azul</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado do ano passado, o PIB renovou o recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 1996. Em valores correntes, o indicador totalizou R$ 11,7 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da oferta, o aumento de 3,4% foi&nbsp;puxado pelo crescimento do setor de serviços (3,7%) e da indústria (3,3%). A agropecuária, por outro lado, teve queda em meio a problemas climáticos (-3,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo viés da demanda por bens e serviços, o IBGE destacou a&nbsp;alta de 4,8% no consumo das famílias, que respondeu por 63,8% do PIB no ano passado. A alta de 4,8% é a maior desde 2011, quando o crescimento havia sido da mesma magnitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A conjuntura econômica foi extremamente favorável para o consumo das famílias em 2024&#8221;, disse Rebeca Palis, do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela citou fatores como melhora do mercado de trabalho, programas de transferência de renda do governo, juros menores na média do ano comparada a 2023 e inflação sem descontrole, apesar do repique nos preços dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra contribuição para o PIB de 2024 veio dos investimentos produtivos, que são medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). No ano, a FBCF registrou alta de 7,3%, o melhor resultado desde 2021 (12,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se de um lado os juros desafiam o consumo e os investimentos em 2025, de outro a perspectiva de recuperação da safra tende a ajudar o PIB no começo deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ora, as estimativas&nbsp;sinalizam recorde para a produção de grãos&nbsp;após os&nbsp;problemas climáticos de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A desaceleração do PIB em 2025 será suave se a gente conseguir mesmo chegar a uma safra recorde. Caso os dados não apontem isso, a desaceleração provavelmente será um pouco mais acentuada&#8221;, diz Juliana Inhasz, do Insper.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PIB per capita avança 3%</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB é a soma dos bens e serviços produzidos pelo país. Seu avanço é usualmente chamado de crescimento econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB per capita, que divide o valor das riquezas produzidas pelo número de habitantes, aumentou 3% em 2024, chegando a R$ 55.247,45. A alta de 3% é a maior desde 2021 (4,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dos analistas teme que, mesmo com os alertas sobre o quadro fiscal, o governo Lula adote novas medidas de estímulo à economia em meio à trajetória de&nbsp;queda da popularidade do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das questões que estariam por trás da aprovação em baixa seria a&nbsp;inflação dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo recente da consultoria LCA&nbsp;indicou que o patamar elevado dos preços ofuscou a percepção de melhora da renda do trabalho e da atividade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/governo-zera-tarifa-de-importacao-de-carne-cafe-e-outros-alimentos-para-conter-inflacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para frear a inflação, o governo anunciou na quinta (6) que vai zerar a alíquota de importação de produtos</a> </strong>como carne, café, milho, óleos e açúcar. Associações afirmaram que a medida é inócua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento do óleo diesel e do frete pressiona os alimentos e&nbsp;pode ameaçar as ações para conter os preços da comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula sanciona regra que limita aumento do salário mínimo; veja valor</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/lula-sanciona-regra-que-limita-aumento-do-salario-minimo-veja-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 16:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e&#160;aprovado pelo Congresso Nacional há cerca de dez dias. Com a nova regra, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e&nbsp;aprovado pelo Congresso Nacional há cerca de dez dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova regra, o piso salarial para 2025 deve ficar em R$ 1.518, com aumento de R$ 106 em relação aos R$ 1.412 do atual. O valor só será oficializado nos próximos dias, por meio de decreto presidencial a ser editado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova regra de reajuste tem como objetivo adequar o crescimento do salário mínimo aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. Dessa forma, ele crescerá de 0,6% a 2,5% ao ano acima da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A política atual de reajuste continua valendo. Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela soma da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro, e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A diferença é que haverá um teto de reajuste em 2,5% acima da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovada pelo Congresso no último dia do ano legislativo,&nbsp;a lei do salário mínimo&nbsp;deverá gerar economia de R$ 15,3 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), cada R$ 1 de aumento do salário mínimo eleva os gastos em R$ 392 milhões, principalmente por causa da Previdência Social e dos benefícios vinculados ao mínimo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela regra anterior, o salário para 2025 ficaria em torno de R$ 1.528. Isso equivale à inflação pelo INPC de 4,84% nos 12 meses terminados em novembro, mais o crescimento de 3,2% do PIB em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o novo teto, a parcela do crescimento do PIB estará limitada a 2,5%, levando ao novo valor de R$ 1.518. O novo salário só começará a ser pago no fim de janeiro ou início de fevereiro, referente aos dias trabalhados em janeiro de 2025.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com ajuda da agropecuária, Roraima registra maior crescimento real do PIB do país, aponta IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/com-ajuda-da-agropecuaria-roraima-registra-maior-crescimento-real-do-pib-do-pais-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento em 24 das 27 unidades da federação em 2022. Os maiores avanços foram registrados em Roraima (11,3%, variação do PIB já descontada a inflação), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%) e Tocantins (6,0%). Os dados são das Contas Regionais divulgadas nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento em 24 das 27 unidades da federação em 2022. Os maiores avanços foram registrados em Roraima (11,3%, variação do PIB já descontada a inflação), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%) e Tocantins (6,0%). Os dados são das Contas Regionais divulgadas nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Roraima, com o PIB alcançando R$ 21,1 bilhões em 2022, o destaque vai para a agropecuária, que atingiu uma taxa de crescimento real de 28%, após ter crescido 24,8% em 2021 e 11%, em 2020, chegando a um crescimento real acumulado entre 2019 e 2022 de 86,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na média nacional, o PIB avançou 3% em 2022. Houve recuos apenas no Rio Grande do Sul (-2,6%), Espírito Santo (-1,7%) e Pará (-0,7%). Em São Paulo, a atividade econômica cresceu 3,4% em 2022. O estado concentrou uma fatia de 31,1% do PIB nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Rio de Janeiro, o PIB cresceu 4,7% em 2022, respondendo por 11,4% de todo o PIB brasileiro. Minas Gerais, com avanço de 3,0% na economia regional em 2022, respondeu por 9,0% do PIB nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais estados com as maiores fatias no PIB brasileiro em 2022 foram Paraná (6,1% de participação no total nacional), Rio Grande do Sul (5,9% de participação), Santa Catarina (4,6%), Bahia (4,0%) Distrito Federal (3,3%) e Goiás (3,2%). As menores fatias no PIB entre as unidades da federação foram as de Roraima (0,2%), Amapá (0,2%) e Acre (0,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O aumento do PIB pelo segundo ano consecutivo representa a recuperação da economia brasileira, iniciada em 2021, após a queda observada em 2020, motivada sobretudo pelos efeitos da pandemia de covid-19”, disse Alessandra Poça, gerente de Contas Regionais do IBGE, em nota oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE informou que as séries de todo o Sistema de Contas estão em revisão e passarão a adotar 2021 como novo ano-base. Enquanto o processo está em andamento, as estimativas divulgadas ainda seguirão o ano-base de 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando a nova série com o ano-base 2021 for divulgada, os resultados do Sistema de Contas Regionais serão reapresentados, de forma definitiva, integrados, também, à nova série do Sistema de Contas Nacionais”, disse Poça, em nota oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esclarecemos ainda que, para esta divulgação, alguns procedimentos foram adotados, como o nível de agregação de atividades econômicas e a não inclusão das tabelas do PIB pela ótica da renda”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB per capita do Brasil foi R$ 49.638,29 em 2022. O Distrito Federal manteve-se com o maior valor, R$ 116.713,39. O Rio de Janeiro ocupou a segunda posição, com R$ 71.849,66, seguido por São Paulo, com R$ 70.470,53.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PIB por regiões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade econômica cresceu em volume em todas as cinco Grandes Regiões brasileiras em 2022. A Região Sul teve ligeira alta de 0,1%; Centro-Oeste cresceu 5,9%; Nordeste, 3,6%; Sudeste, 3,4%; e Norte, 2,0%.<br><br>Em termos de participação no PIB, na passagem de 2021 para 2022, houve aumento de 1,0 ponto porcentual na Região Sudeste, e de 0,3 ponto porcentual na Região Centro-Oeste, mas redução nas Regiões Sul (-0,7 p.p.), e Norte (- 0,6 p.p.). Já a Região Nordeste, manteve sua participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Amazonas Atual/Estadão Conteúdo</em></strong></p>
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		<title>Copom eleva juros básicos da economia para 10,75% ao ano; é o primeiro aumento desde agosto de 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[conselho monetário nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão&#160;era esperada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão&nbsp;era esperada pelo mercado financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões&nbsp;de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o Copom justificou a alta dos juros baseada nos seguintes fatores: resiliência na atividade econômica, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo (economia caminhando para consumir mais que a capacidade de produção), alta das estimativas para a inflação e desancoragem das expectativas de inflação. Em relação ao futuro, o texto foi vago sobre a intensidade e a duração do ciclo de alta dos juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo ora iniciado serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, informou o Copom.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inflação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).&nbsp;Em agosto, o IPCA, considerado a inflação oficial, ficou negativo em 0,02%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a queda no preço da energia puxou o índice para baixo, mas o alívio na inflação é temporário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As tarifas de luz subirão a partir de setembro por causa da&nbsp;bandeira tarifária vermelha. Além disso, a seca prolongada terá impacto no preço dos alimentos. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad,&nbsp;defendeu que o choque de oferta de alimentos&nbsp;não seja resolvido por meio de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,24% em 12 meses, próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária&nbsp;manteve a previsão&nbsp;de que o IPCA termine 2024 em 4%, mas a estimativa pode mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá&nbsp;fechar o ano&nbsp;em 4,35%, perto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,22%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, o comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,3% em 2024, 3,7% em 2025 e 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito mais caro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação,&nbsp;o Banco Central aumentou&nbsp;para 2,3% a projeção de crescimento&nbsp;para a economia em 2024, mas o número deve ser revisado&nbsp;após o crescimento&nbsp;de 1,4%&nbsp;no Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento bem melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos&nbsp;preveem expansão&nbsp;de 2,96% do PIB em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
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		<title>PIB cresce 1,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado; riqueza produzida no país soma R$ 2,9 trilhões</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado-riqueza-produzida-no-pais-soma-r-29-trilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2024 ante o trimestre anterior, mostrando aceleração ante o 1,0% de crescimento (revisado para cima) observado no primeiro trimestre. O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,9 trilhões em valores correntes, informou o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2024 ante o trimestre anterior, mostrando aceleração ante o 1,0% de crescimento (revisado para cima) observado no primeiro trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,9 trilhões em valores correntes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o segundo trimestre de 2023, o PIB cresceu 3,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho ficou bem acima da estimativa do consenso LSEG de analistas, que previa alta de 0,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2,7% ante o mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As altas nos serviços (1,0%) e na indústria (1,8%) contribuíram para a taxa positiva no trimestre, embora a agropecuária tenha recuado 2,3% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da demanda, na mesma comparação, houve altas nos três componentes: o consumo das famílias e o consumo do governo cresceram à mesma taxa (1,3%, ambos) e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida dos investimentos, subiu 2,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, “com o fim do protagonismo da agropecuária, a indústria se destacou nesse trimestre, em especial na eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e na construção”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, ela comentou que na análise do PIB pela ótica da demanda interna, os três componentes cresceram nas três comparações, incentivados pelas condições do mercado de trabalho, pelos juros mais baixos e pelo crédito disponível, entre outros fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com Rebeca, também contribuíram para a performance dos componentes da demanda “a alta dos investimentos, beneficiados pelo crescimento da importação e a produção nacional de bens de capital, o desempenho da construção e, também, o desenvolvimento de software”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além disso, ao contrário do ano passado, o setor externo tem contribuído negativamente para o crescimento da economia”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comparação anualizada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao segundo trimestre do ano passado, o PIB cresceu 3,3% e foi acompanhado pelos serviços (3,5%) e pela indústria (3,9%), enquanto a agropecuária mostrou recuo de 2,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os setores dos serviços tiveram taxas positivas nessa comparação, com destaque para informação e comunicação (6,1%), outras atividades de serviços (4,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%), comércio (4,0%) e atividades imobiliárias (3,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta de 3,9% na indústria foi impulsionada pelo setor de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que subiu 8,5% ante o mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rebeca detalhou que “o maior consumo de eletricidade, principalmente nas residências, e a manutenção da bandeira tarifária verde ajudaram o setor. Além disso, a construção cresceu 4,4%, as indústrias de transformação tiveram sua segunda alta consecutiva (3,6%) e as indústrias extrativas cresceram 1,0%”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, as condições climáticas adversas ocasionaram um recuo na produção esperada de soja e milho, apesar do bom desemprenho da pecuária e de outras culturas importantes, como o café e o algodão. Isso fez com que a agropecuária recuasse nas comparações com e sem ajuste sazonal, e acumulasse variação nula (0,0%) nos últimos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Taxa de investimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de investimento no segundo trimestre de 2024 foi de 16,8% do PIB, acima dos 16,4% registrados no segundo trimestre de 2023. Já a taxa de poupança recuou 16,0%, abaixo dos 16,8% do mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Rebeca, “a taxa de investimento foi beneficiada principalmente pelo crescimento superior, em volume, da Formação Bruta de Capital Fixo em relação ao PIB”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acumulado em quatro trimestres</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2024, comparado ao mesmo período de 2023, cresceu 2,5%. Nessa comparação, houve altas na indústria (2,6%) e nos serviços (2,6%) e estabilidade na agropecuária (0%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, todas as atividades do setor de serviços mostraram taxas positivas nessa comparação, enquanto as altas mais destacadas na indústria foram de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (7,3%) e das indústrias extrativas (6,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da demanda interna, a Despesa de Consumo das Famílias (3,7%) e na Despesa de Consumo do Governo (2,4%) mostraram taxas positivas. Já a Formação Bruta de Capital Fixo (-0,9%) recuou nessa comparação pelo quarto trimestre consecutivo.</p>
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		<title>Governo entrega Orçamento de 2025 ao Congresso e prevê salário mínimo de R$ 1.509</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-entrega-orcamento-de-2025-ao-congresso-e-preve-salario-minimo-de-r-1-509/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Mista de Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Novo PAC]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PLOA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal entregou nesta sexta-feira (30) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) ao Congresso Nacional. A proposta prevê um valor de R$ 1.509 para o salário mínimo a partir de 1° de janeiro de 2025. Esse novo valor representa um aumento previsto de 6,87% na comparação com os R$ 1.412 vigentes neste ano, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal entregou nesta sexta-feira (30) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) ao Congresso Nacional. A proposta prevê um valor de R$ 1.509 para o salário mínimo a partir de 1° de janeiro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse novo valor representa um aumento previsto de 6,87% na comparação com os R$ 1.412 vigentes neste ano, e mantém a política de valorização do salário mínimo, com um aumento acima da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar ao novo valor, o governo considerou a taxa de 3,82% estimada para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a inflação oficial, nos 12 meses encerrados em novembro de 2024. Os outros 2,91% de aumento real são decorrentes do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O orçamento total previsto para o ano que vem é de R$ 5,87 trilhões, dos quais R$ 2,77 trilhões são despesas financeiras e R$ 2,93 trilhões são primárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os valores incluem R$ 166,6 bilhões do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais. Para o Governo Central, a projeção é de receita primária total de R$ 2,91 trilhões ou 23,5% do PIB, valor que inclui R$ 558,7 bilhões em transferências para estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as despesas primárias do Governo Central, a projeção é de R$ 2,39 trilhões, ou 19,3% do PIB. O resultado primário é zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para cumprir o novo arcabouço fiscal, o orçamento projeta aumento real de receitas de 5,78%, mas limita o crescimento real das despesas em 2,50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor é uma estimativa, pois a inflação ainda pode mudar até o fim do ano. O PLOA será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo plenário da Câmara e do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja outros destaques do Orçamento de 2025</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Recursos para o Ministério da Saúde: R$ 241,6 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Recursos para o Ministério da Educação: R$ 200,5 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Piso de investimento: R$ 74,3 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Novo PAC: R$ 60,9 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Despesas obrigatórias: R$ 2,71 trilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Benefícios da Previdência: R$ 1,01 trilhão</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoal e encargos: R$ 416,2 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bolsa Família: R$ 166,3 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Transferências por Repartição de Receita: R$ 558,7 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Despesas discricionárias: R$ 229,9 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Discricionárias do Poder Executivo: R$ 178,5</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reserva para emendas parlamentares impositivas: R$ 38,9 bilhões</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Discricionárias dos outros Poderes: R$ 12,4 bilhões</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Carta Capital</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chuvas no Rio Grande do Sul podem impactar em R$ 97 bilhões a economia nacional</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/chuvas-no-rio-grande-do-sul-podem-impactar-em-r-97-bilhoes-a-economia-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 22:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tragédia climática no Rio Grande do Sul (RS) pode representar perdas de até R$ 58 bilhões no próprio estado e de R$ 38,9 bilhões em outras unidades da federação, com um impacto de cerca de R$ 97 bilhões na economia brasileira, este ano. Há possibilidade ainda de atingir 9,86% do Produto Interno Bruto do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A tragédia climática no Rio Grande do Sul (RS) pode representar perdas de até R$ 58 bilhões no próprio estado e de R$ 38,9 bilhões em outras unidades da federação, com um impacto de cerca de R$ 97 bilhões na economia brasileira, este ano. Há possibilidade ainda de atingir 9,86% do Produto Interno Bruto do Rio Grande do Sul (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no estado), com reflexo de até menos 1% no PIB do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de trabalho, a tragédia causada pelas enchentes pode resultar em prejuízos de 195 mil empregos no estado e 110 mil em outras unidades da federação que, somados, correspondem a 7,19% do estoque de empregos formais no Rio Grande do Sul e a 0,69% no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estimativas são de estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgadas nesta quinta-feira (25).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CNC mostra que além de atingir a atividade econômica, a tragédia tende a impactar a inflação e a dinâmica fiscal de todo o país. “O comércio, os serviços e o turismo sofrerão duramente caso as medidas mitigatórias não sejam implantadas de maneira efetiva”, alerta o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda diária do comércio foi estimada em R$ 5 bilhões, que representa 31,5% do previsto para maio. Na infraestrutura e no abastecimento, muito atingidos, a previsão é de uma queda de 28% no fluxo de veículos de carga nas estradas. Em situação de normalidade, o estado responde por 7% do volume de vendas no varejo brasileiro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As perdas no comércio podem chegar a R$ 10 bilhões, 5% do faturamento de 2023”, acrescentou a CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os prejuízos no turismo devem chegar a mais de R$ 49 milhões por dia, acumulando até R$ 2 bilhões de perdas até junho e fechar o ano com impactos de R$ 6 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Rio Grande do Sul foi responsável por 6% do faturamento do turismo no Brasil em 2023. A perda de faturamento pode representar até 21,4% do total faturado em 2023, no estado. A infraestrutura de transporte comprometida é um grande risco, com a interrupção do fluxo de turistas, por conta do fechamento do aeroporto de Porto Alegre e rodovias afetadas”, aponta a CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor agrícola, do qual o Rio Grande do Sul é um grande produtor, responde por cerca de 6% do PIB estadual, com a produção de arroz representando 1%. “A indústria do Rio Grande do Sul, relevante na transformação de máquinas, produtos químicos e veículos, também será afetada”, diz a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reconstrução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esteira da reconstrução da economia do estado, o estudo propõe medidas complementares ao pacote do governo federal de apoio no valor de R$ 46,1 bilhões, incluídos recursos, antecipações de benefícios e crédito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a CNC, as estimativas são de que o estado precisa de R$ 19 bilhões para reconstruir sua infraestrutura. “Esses esforços precisam ser complementados com outras ações”, defende a CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empregos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para preservar empregos, a CNC indica a redução proporcional da jornada de trabalho e salários; a suspensão temporária de contratos com compensação financeira; a flexibilização do trabalho remoto; a antecipação de férias e a utilização de bancos de horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área de acesso ao crédito, a entidade destaca a necessidade de um programa de crédito para pagamento de folha salarial na forma&nbsp;standstill&nbsp;(forma de evitar o pedido de recuperação judicial ou a criação de processos jurídicos individuais por parte dos credores que estão em busca da satisfação de um crédito) para crédito público; renegociação de dívidas tributárias e a redução a zero do spread bancário do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tributos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No sentido de um alívio tributário, o estudo aponta para o diferimento de 6 meses para pagamento do Simples Nacional e impostos federais e a criação do Programa Perse-RS, com redução de alíquotas para o setor de turismo até 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a CNC, ao fazer as estimativas e propor medidas para a recuperação, a instituição quer orientar a retomada econômica do Rio Grande do Sul e minimizar os impactos negativos da tragédia climática.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A rápida implementação das medidas de auxílio é muito importante para evitar efeitos prolongados e danos adicionais à economia gaúcha e à brasileira como um todo”, defende o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entendimento do presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-RS e 2º vice-presidente da CNC, Luiz Carlos Bohn, é preciso que as medidas tenham um viés de resiliência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Rio Grande do Sul passou por uma tragédia histórica, com perdas que não se restringem apenas ao momento atual. Muita infraestrutura e muito capital privado de famílias e empresas foram destruídos. Para amenizar as perdas futuras, é necessário auxiliar todos que foram atingidos direta e indiretamente no estado e, fundamentalmente, garantir que isso jamais se repita nas proporções vistas recentemente”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, “a reconstrução do Rio Grande do Sul exigirá esforços contínuos e investimentos substanciais para restaurar a economia e os empregos perdidos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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