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	<title>plano de ação Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>plano de ação Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Saúde intensifica campanha contra dengue, zika e chikungunya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou a segunda fase da campanha nacional de conscientização e mobilização para o controle da&#160;dengue,&#160;zika&#160;e&#160;chikungunya. Desde quarta-feira (27), os canais digitais da pasta começaram a veicular a nova etapa da iniciativa, que vai até 28 de dezembro. Agora o foco está nos sintomas das doenças, com o slogan&#160;“Tem sintomas? A hora [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde lançou a segunda fase da campanha nacional de conscientização e mobilização para o controle da&nbsp;dengue,&nbsp;zika&nbsp;e&nbsp;chikungunya. Desde quarta-feira (27), os canais digitais da pasta começaram a veicular a nova etapa da iniciativa, que vai até 28 de dezembro. Agora o foco está nos sintomas das doenças, com o slogan&nbsp;“Tem sintomas? A hora de ficar atento à dengue, zika e chikungunya é agora”, incentivando a população a procurar as unidades básicas de saúde (UBS) ao identificar sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha tem como foco reforçar a vigilância e a prevenção das arboviroses, especialmente no período chuvoso. Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o governo tem trabalhado para reduzir os casos e óbitos causados por essas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos unindo esforços para proteger a população durante o período mais crítico. Diagnóstico precoce, prevenção e assistência médica são nossas prioridades”, destacou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa inicial da campanha, lançada em 18 de outubro, já alertava a população sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito&nbsp;Aedes aegypti&nbsp;com o slogan “Tem 10 minutinhos? A hora de prevenir é agora”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da conscientização, o Ministério da Saúde reforça a importância da&nbsp;vacinação&nbsp;contra a dengue como estratégia preventiva, embora a disponibilidade de doses ainda dependa do fornecimento pelos fabricantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plano nacional &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Nísia Trindade anunciaram o&nbsp;Plano de Ação 2024/2025 para reduzir os impactos das arboviroses, com um investimento de R$ 1,5 bilhão. A iniciativa busca diminuir os números de casos e mortes causados por dengue, chikungunya, zika e oropouche, especialmente durante o próximo período sazonal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 27 de novembro, o Brasil registrou 6.578.123 casos prováveis de dengue em 2024. Em 2023, o número foi de 4.079.108 casos. Em relação ao zika, no mesmo período de 2024, foram registrados 6.415 casos prováveis, enquanto em 2023 houve 7.786 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a chikungunya, até esta data em 2024, foram contabilizados 263.552 casos prováveis, em comparação com 167.741 casos no mesmo período de 2023.&nbsp;</p>
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		<title>Novo plano de ação prevê reduzir impactos da dengue e outras arboviroses em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/novo-plano-de-acao-preve-reduzir-impactos-da-dengue-e-outras-arboviroses-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 16:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&#160;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&#160;Em Roraima, houve&#160;625 registros sem morte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&nbsp;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&nbsp;Em Roraima, houve&nbsp;625 registros sem morte no período, além de 19 prováveis de zika, 45 de chikungunya e 276 confirmados de oropouche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do&nbsp;Painel de Monitoramento das Arboviroses, que também aponta 6,5 mil casos prováveis de zika, 256,2 mil de chikungunya e mais de 8 mil casos confirmados de oropouche em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi construído com a participação de pesquisadores, gestores e técnicos dos estados e municípios, além de profissionais de saúde que atuam na ponta, em contato direto com as comunidades e que conhecem de perto os desafios em cada região do país, com atenção às de maior vulnerabilidade social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio do plano de ação aconteceu no Palácio do Planalto com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da ministra da Saúde, Nísia Trindade. O documento está baseado nas evidências científicas mais atualizadas, novas tecnologias e representa um pacto nacional para o enfrentamento dessas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8216;Estreita parceria&#8217;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é apresentar ações que serão coordenadas pelo Ministério da Saúde em estreita parceria com estados e municípios e colaboração de instituições públicas e privadas, bem como de organizações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa de redução dos impactos das arboviroses trabalha em seis eixos de atuação com foco para implementação no segundo semestre do ano &#8211; quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos: prevenção; vigilância; controle vetorial; organização da rede assistencial e manejo clínico; preparação e resposta às emergências; comunicação e participação comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período intersazonal, ou seja, no intervalo entre os picos de casos, serão intensificadas as ações preventivas, com retirada de criadouros do ambiente e a implementação das novas tecnologias de controle vetorial. Também será feita uma força-tarefa de sensibilização da rede de vigilância para a investigação oportuna de casos, coleta de amostras para diagnóstico laboratorial e identificação de sorotipos circulantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista, ainda, a organização de fluxos da rede assistencial, revisão dos planos de contingência locais, capacitação dos profissionais de saúde para manejo clínico, gestão dos estoques de inseticidas, insumos para diagnóstico laboratorial e assistência ao doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o período sazonal, caso ocorra nova alta sensível de casos, estão previstas medidas estabelecidas no plano de contingência, focadas sobretudo no fortalecimento da rede assistencial para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São prioritárias as ações relacionadas ao manejo clínico adequado, seguro e executado em tempo oportuno, além da organização dos serviços. Nesse período, as ações de vigilância devem priorizar a coletiva de amostras para exames específicos com foco em casos graves e investigação oportuna de óbitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atuação nas periferias e regiões de maior vulnerabilidade social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde vai expandir o uso de Estações Disseminadoras de Larvicida para controle do&nbsp;Aedes aegypti, transmissor da dengue, nas periferias brasileiras. A estratégia, desenvolvida e coordenada por pesquisadores da Fiocruz Amazônia, foi testada e aprovada com resultados comprovados em 14 cidades brasileiras, de diferentes regiões, nas quais foi aplicada entre 2017 e 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A armadilha atrai as fêmeas do mosquito que, ao pousarem no recipiente para colocar seus ovos, são impregnadas com o larvicida. Quando visitam os criadouros, os contaminam com o inseticida. O resultado é a redução no desenvolvimento de larvas. A lista preliminar tem 17 municípios de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são arboviroses</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra arbovirose deriva de arbovírus, que significa &#8220;vírus transmitido por artrópodes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais.&nbsp;Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros&nbsp;<em>Aedes</em>, <em>Culex</em>, <em>Anopheles</em> e pelo inseto do gênero <em>Orthobunyavirus</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles se tornam portadores ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas. Entre as arboviroses mais conhecidas, destacam-se a&nbsp;dengue,&nbsp;zika,&nbsp;chikungunya,&nbsp;oropouche&nbsp;e&nbsp;febre amarela.</p>
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