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	<title>queimadas Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>queimadas Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Prefeitura reforça vistoria em terrenos baldios durante período de estiagem</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/prefeitura-reforca-vistoria-em-terrenos-baldios-durante-periodo-de-estiagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 17:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fiscalização de terrenos baldios em Boa Vista recebe reforço a partir de 10 de agosto, com ações voltadas à orientação dos proprietários sobre a manutenção dos imóveis. A iniciativa busca prevenir queimadas, incêndios, impactos ambientais e riscos à saúde pública. A ação fica sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento, Finanças e Tecnologia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A fiscalização de terrenos baldios em Boa Vista recebe reforço a partir de 10 de agosto, com ações voltadas à orientação dos proprietários sobre a manutenção dos imóveis. A iniciativa busca prevenir queimadas, incêndios, impactos ambientais e riscos à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação fica sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento, Finanças e Tecnologia da Informação (SMPOFTI). De acordo com a prefeitura, o reforço considera as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que apontam um período de estiagem mais intenso na Região Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com temperaturas acima da média e redução das chuvas previstas para este ano, aumenta o risco de queimadas em áreas de vegetação e terrenos sem limpeza adequada. A recomendação é que os proprietários realizem a manutenção dos imóveis antes do início das fiscalizações ampliadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o verão amazônico, as equipes municipais intensificam as vistorias nos bairros para localizar terrenos com mato alto, acúmulo de resíduos e outras condições que possam contribuir para incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário Márcio Vinícius, a medida tem como principal objetivo conscientizar os moradores sobre a responsabilidade compartilhada na conservação dos espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura orienta que a população utilize a Central 156 para denunciar terrenos em situação de risco. Além da prevenção de incêndios, a limpeza dos imóveis contribui para evitar mosquitos, roedores e animais peçonhentos.</p>
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		<title>Roraima registra 602 focos e lidera ranking de queimadas no Brasil em março, segundo Inpe</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-602-focos-e-lidera-ranking-de-queimadas-no-brasil-em-marco-segundo-inpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente. O avanço das queimadas já vinha sendo observado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das queimadas já vinha sendo observado nos meses anteriores. Em janeiro, foram 219 focos no estado. Em fevereiro, o número saltou para 493, superando a média de 423 para o período, com aumento de 15,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período mais crítico neste ano começou entre o fim de fevereiro e meados de março, quando os incêndios avançaram em direção ao lavrado. Também atingiram áreas de floresta em zonas urbanas e rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a intensificação das queimadas, o governo estadual suspendeu o calendário de queimadas controladas em áreas rurais e passou a prever multa para quem iniciar fogo sem autorização da Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR), Anderson Carvalho de Matos, o ciclo 2025/2026 já contabiliza &#8220;1.600 focos concentrados especialmente nos municípios de Caracaraí e Rorainópolis, ao sul, e Normandia, ao norte&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com ele, os &#8220;incêndios são de origem humana, criminosa e acidental&#8221;. Nas áreas urbanas, especialmente em Boa Vista, o fogo é utilizado para &#8220;limpar terrenos baldios de ocupação de terras devolutas&#8221;. Já no meio rural, &#8220;servem para preparar o terreno para a plantação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comandante destaca que o período seco, entre outubro e março, está mais quente e seco neste ano. &#8220;Isso cria o cenário ideal para as queimadas: temperaturas elevadas e desidratação da vegetação&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde novembro de 2025, o estado executa a Operação Sem Fogo, com participação do Corpo de Bombeiros, brigadistas e integrantes da Operação Guardiões/Protetores dos Biomas do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Anderson Carvalho de Matos, foram realizadas inicialmente 6.000 atividades preventivas em 13 dos 15 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o avanço das queimadas, focamos no combate aos incêndios criminosos, inclusive dando voz de prisão aos autores. São 350 bombeiros e 148 brigadistas atuando no combate aos incêndios&#8221;, cita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o fim de março e o início de abril, pancadas de chuva foram registradas no estado. Segundo o meteorologista Ramon Alves, da Femarh, &#8220;o inverno [amazônico, marcado por chuvas] começa neste início de abril, como previsto, o que deve reduzir os focos de incêndio&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos das queimadas são sentidos diretamente pela população. Em Boa Vista, a autônoma Suerlene de Abreu Fuhrmann, 58, relatou o avanço das chamas próximo à sua residência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este fogo está duas casas depois da sua.&#8221; No local estavam ela e a neta de dois anos. &#8220;Dava a impressão de que as casas iam ser incendiadas. As crianças gritavam, as pessoas gritavam, todo mundo com medo&#8221;, lembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos semelhantes ocorrem em diferentes pontos do estado. Um militar que atuava no combate relatou que práticas como a queima de lixo ainda contribuem para os incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador Haron Xaud, da Embrapa e da Universidade Federal Rural de Roraima (UFRR), afirma que nas florestas ainda não há queimadas extensas de longa duração, mas nas áreas de savana e lavrado a situação é mais grave. &#8220;A cidade [Boa Vista] foi cercada de fogo, são muitos focos mesmo&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o fogo provoca alta mortalidade de animais e empobrece o solo, reduzindo sua capacidade produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fumaça também afeta a saúde da população. A servidora Amanda Souza, 36, relata que &#8220;parecia que o fogo estava no quintal. Depois descobri que era duas ruas depois&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pequeno Estevão, de 1 ano, ficou internado por oito dias no Hospital da Criança Santo Antônio. A mãe, Angela Silva Pinheiro, 27, afirmou: &#8220;minha casa ficou totalmente cinza. Era como se a gente estivesse dentro da fumaça&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Mayara Floss, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), explica que o principal risco está no material particulado fino (PM2,5). &#8220;Elas conseguem entrar na corrente sanguínea e causar diversos problemas de saúde&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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		<title>Defesa Civil e Bombeiros capacitam produtores para reduzir riscos da seca e queimadas em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do período mais seco do ano, a Defesa Civil Estadual e o Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR) estão intensificando as ações do “Plano de Contingência da Estiagem”, que busca reduzir prejuízos ambientais e econômicos provocados pela seca e pelas queimadas. As estratégias incluem capacitações em comunidades rurais, ações educativas e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do período mais seco do ano, a Defesa Civil Estadual e o Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR) estão intensificando as ações do “Plano de Contingência da Estiagem”, que busca reduzir prejuízos ambientais e econômicos provocados pela seca e pelas queimadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estratégias incluem capacitações em comunidades rurais, ações educativas e preparação para resposta rápida em caso de incêndios florestais. Segundo o tenente-coronel Leonardo Menezes, gerente de Operações da Defesa Civil, o objetivo é ampliar a segurança no campo e o uso responsável da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa ação será realizada ao longo de dez semanas consecutivas, com previsão de atender 11 municípios, principalmente em áreas de assentamento e comunidades onde a agricultura familiar é a principal fonte de subsistência”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ciclo de capacitações reuniu cerca de 240 pessoas em Rorainópolis, Pacaraima, Caracaraí, Bonfim, São João da Baliza e Mucajaí. Os treinamentos incluem queima controlada, criação de aceiros, segurança rural e noções sobre incêndios florestais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bioma predominante em Roraima, o lavrado, favorece a propagação de incêndios, especialmente durante o período entre novembro e fevereiro, considerado o mais crítico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos esperar os desastres acontecerem. Por isso, o planejamento é antecipado”, disse Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações envolvem também a Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa), a Secretaria de Saúde (Sesau), a Secretaria de Agricultura (Seadi), a Secretaria dos Povos Indígenas (Sepi) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).</p>
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		<title>Roraima, Amazonas e Pará concentram maiores áreas florestais ameaçadas por crimes ambientais, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 16:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&#160;e queimadas está&#160;concentrada&#160;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará. O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&nbsp;e queimadas está&nbsp;concentrada&nbsp;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Movimento Amazônia de Pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados divulgados, de janeiro a abril de 2025,&nbsp;80% de todo o desmatamento no bioma ocorreram&nbsp;nesses territórios ainda não designados a cumprir função socioambiental, como de unidade de conservação, terras indígenas, quilombolas ou para regularização fundiária, conforme previsto na&nbsp;Lei de Gestão de Florestas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados destacam abril com&nbsp;salto expressivo no desmatamento, registrando&nbsp;aumento de 192% em relação a março, e 229% a mais do que no mesmo mês de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, outros 37.719 hectares de florestas públicas não destinadas foram atingidas por queimadas, sendo 68% de áreas federais e 31% de áreas geridas pelos estados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As florestas públicas não destinadas representam 50,2 milhões de hectares na Amazônia, área que equivale ao estado da Bahia. São capazes de estocar cerca de 5,2 bilhões de toneladas de carbono, volume equivalente a mais da metade de toda a emissão do planeta estimada para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 32,7 milhões de hectares de registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) estão sobrepostos a florestas públicas não destinadas. Desse total, 10,2 milhões de hectares foram cadastradas como integrantes de propriedades privadas&nbsp;com mais de 15 módulos fiscais, equivalentes a cerca de 1,5 mil hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desmatar grandes áreas custa caro, ou seja, esse tipo de desmate pode estar ligado a grupos capitalizados ‘de olho’ em uma área e que, futuramente ou com brechas na legislação, tomam posse”, esclarece a coordenadora do Observatório das Florestas Públicas e pesquisadora do Ipam,&nbsp;Rebecca Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, além do cancelamento dos registros do CAR sobrepostos, é estratégico e urgente acelerar o processo de destinação para enfrentar os crimes ambientais e conter as mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção dessas áreas antes da COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] é a oportunidade que o Brasil tem de chegar ao encontro&nbsp;apresentando esse bom exemplo ao mundo”, reforça a diretora do movimento Amazônia em Pé, Daniela Orofino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>O que explica a explosão de incêndios na Amazônia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/o-que-explica-a-explosao-de-incendios-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os incêndios pelo Brasil devastaram 223 mil km² de janeiro a setembro deste ano – uma área equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. A Amazônia foi o bioma mais atingido, contabilizando mais da metade, 51%, da área queimada até agora em 2024. &#8220;É assustador. É um dado muito impactante comparando com os outros anos e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-em-9-meses-e-150-maior-do-que-em-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Os incêndios pelo Brasil devastaram 223 mil km² de janeiro a setembro deste an</strong></a><a href="https://seligaroraima.com.br/meio-ambiente/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-de-janeiro-a-setembro-e-150-maior-do-que-em-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>o</strong></a> – uma área equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. A Amazônia foi o bioma mais atingido, contabilizando mais da metade, 51%, da área queimada até agora em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É assustador. É um dado muito impactante comparando com os outros anos e o quanto de Floresta Amazônica foi queimada nesses meses&#8221;, comenta Ane Alencar, diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, em setembro, foram queimados no bioma mais de 56 mil km². Ao todo, no ano, já foram 113 mil km². No mês passado, foram devastados 30 mil km² dos 47 mil km² queimados este ano somente na floresta nativa – o que corresponde a cerca de 20% de toda a área destruída pelo fogo no país em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alencar é uma das cientistas que analisa os dados coletados pelo Monitor do Fogo, do Mapbiomas. O levantamento mais recente, divulgado na sexta-feira (11), mostra que mais da metade da área queimada no Brasil (56%) fica em três estados: Mato Grosso, Pará e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise mostra que, na Amazônia, a situação foi mais crítica de janeiro a setembro em&nbsp;terras indígenas, grandes propriedades e florestas públicas não destinadas. O fogo nesta época não começa de forma espontânea, mas é iniciado por ação humana em mais de 90% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nas grandes fazendas, quando a queima começa, há grande dificuldade para controlar o fogo&#8221;, comenta Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel do clima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;extrema escassez de água&nbsp;e o calor intenso ao longo de todo o ano têm um papel-chave neste cenário, afirmam todas as fontes ouvidas pela reportagem. Segundo especialistas em clima, a&nbsp;seca&nbsp;já teria começado na primavera do ano passado, e a estação chuvosa, no início de 2024, chegou tarde e fraca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um ano muito atípico. 2023 foi o mais quente da história e 2024 deve superá-lo. Esse calor e o déficit hídrico são fatores determinantes para aumentar o risco de incêndio&#8221;, diz José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, dez ondas de calor foram registradas no Brasil, sete delas chegaram depois de agosto. Até setembro de 2024, o país já enfrentou oito eventos do tipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O preocupante é que ainda teremos dois meses bastante quentes pela frente&#8221;, alerta Marengo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-6599" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fumaça de incêndios cobriu Manaus em agosto &#8211; Foto: Bruno Kelly/Reuters</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em alguns pontos do Brasil, não há sinal de chuva há mais de um ano. As cidades de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, vivem 16 meses de seca, aponta o índice acompanhado pelo Cemaden. Isso diminuiu a umidade do solo, prolonga a estiagem porque plantas, lagos e rios transpiram menos – o que reduz a formação de nuvens de chuva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As condições climáticas certamente têm um peso grande. Numa situação como essa, qualquer ‘foguinho&#8217; vira um grande incêndio. As chamas escapam e queimam grandes áreas&#8221;, comenta Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bombeiros e brigadistas costumam se referir ao fenômeno &#8220;30, 30, 30&#8221; para calcular o risco de incêndio. O primeiro deles diz respeito à temperatura: quando ela atinge ou ultrapassa os 30°C, o ar fica mais seco e facilita a propagação do fogo. O outro é a marca em percentagem da umidade relativa do ar que, quando é menor que 30%, a vegetação fica mais inflamável. O terceiro tem a ver com a velocidade do vento, um &#8220;propagador&#8221; de chamas quando chega a 30 km/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ligação com o desmatamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores buscam também entender o que mais pode explicar a existência de tantos focos de calor mesmo com o desmatamento na Amazônia em queda. Historicamente, o fogo é usado para limpar a área depois que as árvores são cortadas principalmente de forma criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a gente não tivesse reduzido o desmatamento na Amazônia nesses dois anos, eu diria que hoje estaríamos numa situação absolutamente catastrófica. Teríamos muitos incêndios que realmente já teriam totalmente perdido o controle e queimado 100% de área de floresta&#8221;, argumenta André Lima, secretário de Controle dos Desmatamentos e Ordenamento Ambiental e Territorial do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que, de janeiro a setembro, houve redução de 24% de derrubada da Amazônia em relação ao mesmo período anterior. Ainda assim, a área de florestas atingidas pelo fogo cresceu de uma média de 10% para 35% do total, admite Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando olha para os gráficos, Ane Alencar vê semelhanças entre 2024 e 2010, que registrou queimadas em nível semelhante ao atual. Naquele ano, o Brasil tinha quase o mesmo nível de desmatamento de agora e uma situação climática grave. Com o El Niño instalado e o aquecimento das águas do Atlântico Norte, a Bacia Amazônica sofreu com a pior seca registrada até então.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso indica que ter reduzido o desmatamento teve uma contribuição importante, caso contrário poderia haver muito mais fogo na paisagem&#8221;, avalia Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma nova categoria de crime</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A desconfiança é de que a facilidade para incendiar uma floresta mais seca tenha tornado o fogo uma arma. Beto Mesquita, engenheiro florestal e membro da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, vê a possiblidade de as chamas serem usadas intencionalmente em maior proporção para eliminar mata nativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a pessoa desmata, ela corre o risco de ser pega pela fiscalização e pelo satélite. Então ela pula esta etapa e já taca fogo poque a floresta está seca. Em condições normais, a Floresta Amazônica não pegaria fogo tão facilmente&#8221;, diz Mesquita.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="613" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-6600" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amazônia enfrenta uma grande seca neste ano &#8211; Foto: Bruno Kelly/Reuters</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">André Lima, do MMA, também enxerga a mesma possiblidade. Ele diz que é muito difícil alguém ser pego em flagrante provocando um incêndio, principalmente na Amazônia, e isso encoraja grupos criminosos que invadem terras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É mais difícil ser punido por este crime, é difícil multar uma pessoa por este ato porque é necessário comprovar que ela ateou fogo&#8221;, afirma Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De toda a área queimada de floresta, não se sabe exatamente o quanto dos incêndios começaram dentro da mata, ou chegaram até a vegetação nativa vindos de outra parte. Mas o aumento significativo desse tipo de ocorrência reforça a hipótese de ação criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um indício muito forte de que realmente foi colocado fogo na floresta, vamos dizer assim, é uma nova estratégia de quem está ocupando áreas ilegalmente na Amazônia&#8221;, diz Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saídas para a crise</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para José Marengo, está cada vez mais evidente o efeito catastrófico das&nbsp;mudanças climáticas&nbsp;no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Elas estão afetando a intensidade dos eventos extremos e isso está gerando um clima bastante diferente&#8221;, diz o pesquisador do Cemaden.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da indicação de que o quadro irá se repetir nos próximos anos, com estiagens severas e prolongadas, o caminho é prevenir, treinar pessoal e afinar a coordenação das ações em todos os níveis de governos, opina Mesquita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós não temos só floresta tropical. Nós temos savana tropical, o Cerrado, que é muito mais vulnerável. Nós temos áreas de campos, nós temos o Pantanal, Caatinga, temos outras áreas que antes não queimavam tanto e que hoje estão queimando muito mais. Então temos muito trabalho pela frente&#8221;, pontua Mesquita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso do fogo, mesmo que autorizado, talvez tenha que ser revisto, sugere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O fogo ainda é um elemento de uso para limpeza de pastagens, e a maior parte da pastagem brasileira é extensiva, ela não é manejada de maneira tecnificada. E sob as condições climáticas que estamos vivendo, isso não será mais possível&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da DW</em></strong></p>
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		<title>Comparável ao tamanho de Roraima, área queimada no Brasil em 9 meses é 150% maior do que em 2023</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-em-9-meses-e-150-maior-do-que-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 13:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
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		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma área comparável ao Estado de Roraima foi queimada no Brasil nos nove primeiros meses deste ano, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta sexta-feira (11). Ao todo, 22,38 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, um salto de 150% em comparação com o mesmo período de 2023 (13,4 milhões de hectares [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma área comparável ao Estado de Roraima foi queimada no Brasil nos nove primeiros meses deste ano, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta sexta-feira (11). Ao todo, 22,38 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, um salto de 150% em comparação com o mesmo período de 2023 (13,4 milhões de hectares a mais que no ano passado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade (51%) da área queimada no período fica na Amazônia. O levantamento também aponta que aproximadamente três em cada quatro hectares queimados no país eram de vegetação nativa, principalmente formações florestais, que ocupavam 21% da área consumida pelo fogo. Entre as áreas de uso agropecuário, as pastagens plantadas tiveram proeminência, com 4,6 milhões de hectares queimados entre janeiro e setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Predomínio na Amazônia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Amazônia apresentou um salto de 196% nas áreas queimadas em setembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 5,5 milhões de hectares queimados, o equivalente a mais da metade (52%) do total queimado no período em todo o país. Metade desse território era de formações florestais (2,8 milhões de hectares). Outros 3% (1,8 milhão de hectares) eram de pastagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cerrado foi o segundo bioma mais afetado pelo fogo no mês passado. Foram 4,3 milhões de hectares queimados, o que corresponde a quase metade dos 8,4 milhões de hectares consumidos pelas chamas entre janeiro e setembro deste ano e um aumento de 117% em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a maior área queimada no Cerrado em um mês de setembro nos últimos cinco anos. O valor é 64% superior que a média histórica para o período. A maior parte das áreas queimadas (88,3%) no mês passado foi em vegetação nativa. Foram 3,8 milhões de hectares, com destaque para formações savânicas (2,2 milhões de hectares) e campos alagados (1,1 milhões de hectares).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mês de setembro marca o pico da seca no Cerrado e isso torna o impacto do fogo ainda mais severo. Com a vegetação extremamente seca e vulnerável, o fogo se espalha rapidamente”, aponta Vera Arruda, coordenadora técnica do Monitor do Fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Pantanal, a área queimada nos nove primeiros meses do ano aumentou 2.306% em comparação à média dos cinco anos anteriores. Foram queimados 1,5 milhão de hectares entre janeiro e setembro, sendo um quinto deste total ocorrido no mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Mata Atlântica, foram queimados 898 mil hectares entre janeiro e setembro deste ano, sendo um quarto desse total no mês passado. O levantamento aponta também que 71% do território afetado no bioma estava em áreas agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caminho inverso, o Pampa teve a menor área queimada dos últimos três anos para o período de janeiro a setembro devido à maior umidade e ocorrência de chuvas acima da média. Também foi observada redução na Caatinga, onde 151 mil hectares foram queimados no período, uma queda de 18% em relação ao mesmo período de 2023. Os pesquisadores destacam, entretanto, que o mês mais afetado por queimadas no bioma é outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para combater o aumento do fogo, é essencial fortalecer a prevenção com programas de conscientização para proprietários rurais e comunidades, além de aplicar a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. É fundamental intensificar a fiscalização contra o desmatamento, aumentar as penalidades para o uso ilegal do fogo e melhorar as operações de combate aos incêndios, coordenando de forma eficaz as esferas estaduais, municipais e federais para garantir uma resposta integrada e eficiente”, explica Vera.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo</em></strong></p>
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		<title>Roraima deve receber R$ 45 milhões do Fundo Amazônia para combate a queimadas e incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[corpo de bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima deve receber R$ 45 milhões, de um total de R$ 405 milhões de recursos não reembolsáveis disponíveis aos estados da Amazônia Legal, para apoio às corporações que combatem incêndios florestais e queimadas. A destinação dos recursos foi aprovada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em coordenação com o Ministério do Meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Roraima deve receber R$ 45 milhões, de um total de R$ 405 milhões de recursos não reembolsáveis disponíveis aos estados da Amazônia Legal, para apoio às corporações que combatem incêndios florestais e queimadas. A destinação dos recursos foi aprovada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em coordenação com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), para fortalecimento do Corpo de Bombeiros Militar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos devem ser usados para duas frentes: aparelhamento e estruturação do Corpo de Bombeiros Militar, que receberá mais de 90% do investimento; e desenvolvimento das ações de prevenção, combate, monitoramento e fiscalização, com o restante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na frente de aparelhamento e estruturação das corporações, estão incluídas as ações para aquisição de máquinas e equipamentos (veículos autobomba tanque florestal, autotanque, picape, ônibus e retroescavadeiras); equipamento de uso individual (botas, capacetes, conjuntos de proteção multi-incêndio); e realização de obras civis e instalações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse é um projeto absolutamente prioritário para o país. O Brasil está sentindo cotidianamente a pressão da crise ambiental e estamos atuando para permitir um combate mais efetivo aos incêndios”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na frente de prevenção e monitoramento, estão previstas ações de capacitação de agentes públicos e grupos locais em prevenção e combate a incêndios florestais e queimadas não autorizadas; ações educativas para agentes municipais, produtores rurais, comunidades indígenas; e realização de campanhas educativas, capacitação para comunidades e de bombeiros militares e agentes públicos com ênfase em atividades de monitoramento, além de cursos de formação de brigadas florestais (voluntárias, comunitárias) para atuação em prevenção e primeiro combate.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo as principais ações em Roraima:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 – fortalecimento institucional:</p>



<p class="wp-block-paragraph">construção da sede do 1º Batalhão de Proteção Ambiental no município de Boa Vista, com cerca de 1.500 m<sup>2</sup>, incluindo aquisição de móveis, máquinas e equipamentos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">criação do centro de monitoramento e controle de riscos, com investimentos para aquisição de licenciamento de software, máquinas e equipamentos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">reaparelhamento do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima, por meio da aquisição de equipamentos, materiais e viaturas, como picapes, quadriciclos, veículo do tipo autobomba tanque florestal, caminhão-baú e drones.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 – prevenção, combate, monitoramento e fiscalização:</p>



<p class="wp-block-paragraph">capacitação de 200 agricultores e produtores locais para prevenção e combate de queimadas não autorizadas e incêndios florestais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">formação de 600 brigadistas nas comunidades rurais para atuarem na prevenção e controle de queimadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">aquisição de equipamentos de proteção individual para brigadistas.</p>
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		<title>Supremo determina que governo de Roraima explique alto índice de queimadas em Caracaraí; medida vale para outros nove estados</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/supremo-determina-que-governo-de-roraima-explique-alto-indice-de-queimadas-em-caracarai-medida-vale-para-outros-nove-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agu]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[caracaraí]]></category>
		<category><![CDATA[força nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Roraima deverá prestar esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o alto índice de queimadas em Caracaraí, município no sul do Estado, no prazo de um mês. A determinação do ministro Flávio Dino, tomada nesta quinta-feira (19) em audiência de conciliação, vale para outras nove unidades da federação com as maiores quantidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo de Roraima deverá prestar esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o alto índice de queimadas em Caracaraí, município no sul do Estado, no prazo de um mês. A determinação do ministro Flávio Dino, tomada nesta quinta-feira (19) em audiência de conciliação, vale para outras nove unidades da federação com as maiores quantidades de incêndios do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a decisão do ministro, os estados devem apresentar um diagnóstico identificando as razões que causam o alto índice de queimadas em seus municípios e informar, em até cinco dias. se há focos de incêndio sem combate nos territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, 20 municípios nos 10 estados concentram 85% dos focos de calor do país. Os três estados com mais incêndios neste ano são os mesmos que em 2023: Mato Grosso, Pará e Amazonas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados citados no documento enviado pelo STF à Advocacia-Geral da União (AGU) são Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro determinou que as corregedorias dos Tribunais de Justiça e os Tribunais Regionais Federais desses estados, que integram os biomas da Amazônia e do Pantanal, apresentem os inquéritos e processos que tratam sobre crimes ambientais em suas regiões. Já o Ibama deverá apresentar um relatório com os registros das fiscalizações feitas em parceria com os estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Biomas ameaçados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dino realizou nesta quinta-feira uma audiência de conciliação com governadores e representantes de estados da região da Amazônia e do Pantanal para tratar sobre incêndios florestais. O ministro ressaltou que se os fluxos de destruição ambiental não forem revertidos, os dois biomas, bem como a população e o país, estarão ameaçados. O encontro durou cerca de duas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se não houver reversão dos fluxos hoje estabelecidos, o Pantanal e Amazônia e nosso país estarão ameaçados”, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, Dino liberou o governo federal a emitir créditos extraordinários fora da meta fiscal, ou seja, sem impacto nos balanços, até o fim do ano, exclusivamente para o combate ao fogo que afeta 60% do território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Força Nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/ministerio-da-justica-autoriza-uso-da-forca-nacional-no-combate-a-incendios-florestais-em-caracarai-sul-de-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Na quarta-feira (18), o Ministério da Justiça autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) para atuar no combate a incêndios florestais</strong></a> em Caracaraí e em municípios de outros cinco estados das regiões Norte e Centro-Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais da Força Nacional vão trabalhar, por 90 dias, em articulação com a segurança pública e defesa social destes seis estados e da União, bem como com os órgãos e entidades públicas responsáveis pela proteção do meio ambiente, nestas localidades.</p>
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		<title>Queimadas e incêndios florestais levam Boa Vista a ter picos de ar insalubre em metade do ano, segundo relatório do Inpa</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/queimadas-e-incendios-florestais-levam-boa-vista-a-ter-picos-de-ar-insalubre-em-metade-do-ano-segundo-relatorio-do-inpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 13:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[ar insalubre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Boa Vista, em seis meses do ano, o ar respirado pela população apresenta picos de insalubridade, principalmente por causa da fumaça das queimadas e incêndios florestais. É o que revela uma&#160;pesquisa&#160;do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) publicada este mês. O relatório&#160;“Monitoramento da Qualidade do Ar na Cidade de Boa Vista &#8211; Roraima”&#160;registrou [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em Boa Vista, em seis meses do ano, o ar respirado pela população apresenta picos de insalubridade, principalmente por causa da fumaça das queimadas e incêndios florestais. É o que revela uma&nbsp;pesquisa&nbsp;do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) publicada este mês. O relatório&nbsp;“Monitoramento da Qualidade do Ar na Cidade de Boa Vista &#8211; Roraima”&nbsp;registrou dados do &nbsp;período de 2020 a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Do ponto de vista global, Boa Vista não é uma megacidade que produz grandes quantidades de poluentes urbanos derivados de fábricas e/ou indústrias. Por outro lado, a fumaça derivada de queimadas e incêndios [florestais e não florestais], em especial nos últimos anos, tem tornado a cidade um local insalubre por vários dias”, conclui o estudo assinado por Reinaldo Imbrozio Barbosa e Arthur Camurça Citó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2 de abril,&nbsp;o ar na capital roraimense foi classificado como o 15º pior do mundo. O levantamento do Inpa lembra que, neste ano, a cidade teve quatro dias com níveis de poluição que superaram o de algumas das metrópoles mais poluídas do planeta, como Hanói, no Vietnã, e São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, nos quatro dias em questão, foi registrado um nível de material particulado no ar superior a 300 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de PM 2.5 (partículas de poeira inaláveis de diâmetro igual ou menor que 2.5 microns por µg/m³) – a unidade de medida da concentração de poluentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado teve recorde de focos de calor em fevereiro deste ano, considerando a série histórica do mês desde 1998. Como várias outras regiões do país, a capital, outros municípios e terras indígenas, incluindo a Yanomami, ficaram cobertos por fumaça. O levantamento do Inpa aponta que a nuvem de poluição gerada em Roraima foi tão grande que acabou alcançando regiões relativamente distantes, como o Alto Rio Negro e o Alto Rio Solimões, no Amazonas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa da seca, o fogo se alastrou e destruiu diversas áreas de cultivo de alimentos. O Rio Branco, principal fonte de água potável do Estado,&nbsp;chegou a atingir uma marca de 39 centímetros abaixo do nível mínimo de medição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Pico de insalubridade’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos tratando a insalubridade do ar como a poluição que pode causar danos à saúde humana. Esse impacto tem níveis diferentes, tanto pela quantidade de poluição quanto pelo público que é afetado”, explica Citó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “pico de insalubridade” é um período que concentra saltos nos níveis máximos de poluição. De acordo com a pesquisa, de janeiro a março, Boa Vista sofre o maior pico por causa de queimadas e incêndios, localizados principalmente no centro e norte de Roraima, em anos de extrema seca e ventos fortes, como em 2024 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme o estudo, o segundo período mais crítico, de agosto a outubro, é causado pelo transporte de poluentes vindos de incêndios e queimadas situados no sul da Amazônia, em especial no oeste do Pará e localidades próximas de Manaus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“No pico de poluição primário [janeiro a março], os valores de poluição são maiores, oferecendo riscos à população em geral”, aponta o pesquisador. “Depois desse pico, os valores de poluição baixam e podem chegar a 0 durante o período de chuvas. Mas a partir de agosto surge um novo pico de poluição, que se estende até outubro, configurando um pico de poluição secundário. Caracterizamos este trimestre como ‘pico secundário’ porque os valores de poluição são menores, oferecendo maior risco a uma parcela mais sensível da população, como crianças e idosos”, detalha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo fato de parte do Estado estar acima da Linha do Equador, em Roraima o período de seca vai de outubro a março e o chuvoso, de abril a setembro, ao contrário do que acontece no resto do país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia do problema, nos quatros anos analisados pelos cientistas do Inpa, em 70 dias a qualidade média do ar foi classificada como “insalubre para grupos sensíveis”, “insalubre” ou “muito insalubre”. Por outro lado, em 255 dias a leitura máxima da concentração de poluentes feita ao longo do dia alcançou a classificação de “insalubre para grupos sensíveis”, “insalubre&#8221;, “muito insalubre” ou “péssima”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como a pesquisa foi feita?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores observaram os dados de qualidade do ar em 1.290 dias, entre julho de 2020 e maio de 2024. A pesquisa analisou médias diárias (variação ao decorrer do dia) do grau de poluição e máximas diárias (pico de insalubridade do dia).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nas médias diárias, Boa Vista teve 689 dias (53,4%) com qualidade de ar considerada boa. No entanto, nos outros 601 dias (46,6%), a qualidade do ar apresentou algum grau de risco para os moradores.&nbsp;Já na análise de máximas diárias, a cidade teve pico de ar insalubre em 1.010 dias (78,3%), enquanto a qualidade considerada boa sofreu queda brusca em 280 dias (21,7%) (veja a tabela acima).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar aos resultados, os cientistas utilizaram dois sensores PurpleAir. A tecnologia é conectada à internet e foi instalada em Boa Vista em 2020. Conforme o estudo, há outros sensores instalados em Roraima, mas nenhum deles possui séries temporais adequadas para formatação de qualquer tipo de padrão que pudesse resultar em uma análise científica.</p>
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		<title>Incra promove seminário em Roraima para discutir efeitos das queimadas nos assentamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[assentamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Femarh]]></category>
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		<category><![CDATA[projetos de assentamento]]></category>
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		<category><![CDATA[SPU/RR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) promove, nesta sexta-feira (13), em Boa Vista, o seminário &#8220;O Impacto das Queimadas e Estiagem nos Projetos de Assentamentos de Roraima&#8221;, que tem como foco discutir estratégias para reduzir os efeitos dos incêndios e da seca nas áreas de reforma agrária, que têm afetado gravemente o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) promove, nesta sexta-feira (13), em Boa Vista, o seminário &#8220;O Impacto das Queimadas e Estiagem nos Projetos de Assentamentos de Roraima&#8221;, que tem como foco discutir estratégias para reduzir os efeitos dos incêndios e da seca nas áreas de reforma agrária, que têm afetado gravemente o Estado nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento conta com a participação de assentados, além de representantes de órgãos federais, estaduais e municipais. Segundo o superintendente do Incra/RR, Evangelista Siqueira, a união de esforços é essencial para minimizar os danos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A forte estiagem e as queimadas trazem grandes prejuízos para o nosso Estado. Por isso, reunir os assentados com os órgãos ambientais, seja na esfera federal, estadual ou municipal, é fundamental para buscarmos mecanismos para reduzir esses impactos&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Siqueira, durante o seminário, representantes de entidades como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh) e o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apresentam ações e as formas de prevenção e orientam os assentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Podemos não impedir, mas o nosso foco é diminuir as consequências da estiagem e das queimadas em Roraima, principalmente nos assentamentos&#8221;, acrescentou Siqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seminário acontece no auditório da Superintendência do Patrimônio da União em Roraima (SPU/RR), localizado na Avenida Ville Roy, nº 7984, bairro São Vicente, em Boa Vista, das 8h às 12h. A participação é aberta à população, especialmente ao público da reforma agrária e demais produtores rurais.</p>
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