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	<title>refugiados Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>refugiados Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Agência da ONU começa a levantar dados sobre população migrante e refugiada em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Agência da ONU para Migrações (OIM) deu início ao levantamento de dados nos 15 municípios de Roraima sobre a população de migrantes e refugiados. O objetivo é traçar o perfil e identificar as necessidades da população venezuelana no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Agência da ONU para Migrações (OIM) deu início ao levantamento de dados nos 15 municípios de Roraima sobre a população de migrantes e refugiados. O objetivo é traçar o perfil e identificar as necessidades da população venezuelana no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Departamento de Proteção Especial do MDS, Régis Spíndola, ressaltou a importância da pesquisa para a realização de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A DTM [Matriz de Monitoramento de Deslocamento, na sigla em inglês] nos possibilita levantar dados sobre a população migrante e refugiada e subsidiar a construção e o aprimoramento das políticas públicas. É fundamental conhecê-los para ofertar proteção e, nesses casos, desde o atendimento emergencial, quando esses grupos chegam ao Brasil, até a sua integração nos territórios”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a terceira vez que é feito o levantamento em todos os 15 municípios roraimenses.&nbsp;A coordenadora de Gestão da Informação da OIM em Boa Vista, Tathiany Bonavita, destacou que o monitoramento possibilita uma melhor compreensão da realidade da população migrante e refugiada venezuelana que escolhe o Estado como moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por se tratar de uma pesquisa detalhada, a DTM desempenha um papel crucial na conscientização da sociedade sobre os desafios enfrentados por esses grupos, estimulando a reflexão e o engajamento social.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metodologia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de entrevistas, a pesquisa coleta informações sobre condições de trabalho, renda, moradia, escolaridade e saúde, migração, etnias indígenas, quando pertinentes, e outras temáticas. Após a coleta, um relatório é divulgado para embasar a criação de estudos, ações e políticas voltadas às pessoas refugiadas e migrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parcerias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa também conta com o apoio da Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes), do governo de Roraima, além de secretarias municipais e parceiros locais, como o Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última edição, em 2023, foram feitas 931 entrevistas em todo o Estado, que correspondem às informações de 3.813 pessoas. Entre os dados obtidos, destacou-se que 60% dos participantes optaram pela autorização de residência no Brasil, 49% enviavam remessas para a Venezuela e 27% relataram ter sofrido algum tipo de discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento, consolidado como a principal fonte de dados da OIM, é realizado no Estado desde 2017, focado na população refugiada e migrante venezuelana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da OIM</em></strong></p>
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		<title>Exército Brasileiro em Roraima monitora situação na fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/exercito-brasileiro-em-roraima-monitora-situacao-na-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 13:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa. A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, funciona na região a Operação Acolhida, que visa receber, fazer a triagem e dar assistência aos venezuelanos que deixam seu país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura montada já recebeu mais de mil refugiados por dia. Agora, a média flutua entre 300 e 500 pessoas. A fronteira foi fechada de sexta (26) a segunda (29) devido à eleição presidencial do domingo (28), algo que sempre ocorre, o que não permite aferição exata da situação, mas militares na região dizem que o fluxo parece estável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ditador Nicolás Maduro foi declarado vencedor da disputa, denunciada amplamente como fraudulenta tanto pela oposição quanto por diversos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise decorrente está em curso com incidentes de violência, com mortes relatadas, e de repressão policial. Tudo isso tem potencial de fazer aumentar a saída de venezuelanos para o Brasil. A Operação Acolhida já ajudou a assentar no país mais de 125 mil cidadãos do vizinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exército e Defesa não fazem considerações sobre a confusão, dado que se trata de um tema para a diplomacia e para evitar ruídos com o PT do presidente Lula, mas podem ter de lidar com as consequências da crise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a segunda vez em poucos meses que isso ocorre. No fim do ano passado, quando Maduro anunciou um plebiscito para a anexação de 2/3 do território da Guiana, de olho no petróleo nos campos marítimos da região de Essequibo, a Defesa anunciou um reforço de tropas em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, o que ocorreu foi a aceleração de um cronograma já acertado de elevação de status da guarnição militar de Boa Vista, a capital de Roraima. O esquadrão com 150 homens virou um regimento, com 400, comandados por um coronel. Já um pelotão de fronteira, com 30 soldados, passou a esquadrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números são modestos, e ao fim deram uma sinalização a Maduro acerca da posição brasileira em favor de negociações entre Caracas e a Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proximidade entre o governo Lula (PT) e a ditadura venezuelana também ajudou a evitar leitura de escalada à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na crise atual, por outro lado, ela é um elemento a mais na delicada relação entre as Forças Armadas e o Palácio do Planalto, que remonta ao militarizado governo de Jair Bolsonaro (PL) e a turbulenta transição de poder após a derrota do então presidente para Lula em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os militares brasileiros sempre tiveram desconfianças acerca do belicismo da Venezuela, tanto sob Maduro como nos anos de poder do falecido Hugo Chávez (1998-2013). Nesses períodos, Caracas virou o principal cliente militar da Rússia e da China na América Latina, e Moscou mantém uma relação estratégica próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela, assim como os antiamericanos Cuba e Nicarágua, está no quintal geopolítico dos EUA e, como esses dois países, recebem tratamento preferencial por parte de Vladimir Putin. Não por acaso, todos estão juntos no apoio à reeleição de Maduro e na condenação da resistência da oposição ao resultado do pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema para a Defesa é que Lula e, principalmente, o PT, jogam no time de Maduro. Na convulsão atual, o Itamaraty assumiu uma posição mais cautelosa, cobrando transparência de Caracas na divulgação de resultados eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o partido do presidente congratulou o ditador pelo que chamou de eleição &#8220;democrática e soberana&#8221;, apesar das evidências de fraudes e da contestação internacional do resultado, mostrando a dificuldade da esquerda brasileira de lidar com ditaduras da mesma tonalidade ideológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro José Múcio Monteiro (Defesa) já enfrentou em diversas ocasiões pressão do entorno petista de Lula, e até aqui saiu vencedor dos embates. Mas são episódios desgastantes, o que leva à parcimônia e ao cuidado no emprego de palavras para tratar da crise venezuelana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Igor Gielow/Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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