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	<title>resolução Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Mpox: Anvisa simplifica regras para importação de medicamentos e vacinas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpox-anvisa-simplifica-regras-para-importacao-de-medicamentos-e-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 18:14:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou uma resolução que simplifica algumas regras de importação para medicamentos e vacinas que combatem a mpox. Popularizada erroneamente como “varíola dos macacos”, a doença virou tema de alerta de emergência global emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde, a medida estabelece a desobrigação de registro [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou uma resolução que simplifica algumas regras de importação para medicamentos e vacinas que combatem a mpox. Popularizada erroneamente como “varíola dos macacos”, a doença virou tema de alerta de emergência global emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a medida estabelece a desobrigação de registro e dá “autorização excepcional de importação” para insumos adquiridos pela pasta para prevenção ou tratamento da mpox.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ela só vale para fármacos que já tenham sido aprovados por outras autoridades reguladoras internacionais listadas na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) recém-aprovada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na lista, constam autoridades como OMS, Agência Europeia de Medicamentos (EMA), Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA/EUA) entre outras agências reguladoras da Ásia e de países referência em políticas sanitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução da Anvisa tem caráter provisório e foi aprovada por unanimidade pela diretoria da agência reguladora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mpox no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 700 casos da doença foram confirmados no Brasil em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde Nísia Trindade descartou a possibilidade de pandemia da doença no país neste momento,&nbsp;em entrevista à CNN&nbsp;na quarta-feira (21).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trata-se de alerta e é muito importante frisar isso, mas não de uma situação que devemos ter alarme, no sentido de uma pandemia”, ponderou a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o Brasil ainda não registrou casos da variante 1B do vírus, que preocupa a OMS, Nísia afirmou que&nbsp;não há recomendação para vacinação&nbsp;em massa contra a mpox. Caso seja adotada, a imunização será focada em grupos específicos e não em larga escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de não haver perspectiva de vacinação, o Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já está aguardando liberação para dar início à fase de testes em humanos de uma vacina nacional contra a mpox.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imunizante já vinha sendo desenvolvido há dois anos, desde a primeira emergência global provocada pela doença. Neste novo surto, essa vacina viria em resposta ao&nbsp;apelo da OMS, que tenta frear a disseminação do vírus entre as populações vulneráveis de migrantes no nordeste e sul da África.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a mpox?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Causada pelo vírus monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, através de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a doença também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são os sintomas da doença?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mpox pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sintoma mais comum da doença é&nbsp;a&nbsp;erupção&nbsp;na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode&nbsp;durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia&nbsp;e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lesões também podem ser encontradas na boca, na garganta, no ânus, no reto, na vagina ou nos olhos. O número de feridas pode variar de uma a milhares. Algumas pessoas desenvolvem ainda inflamação no reto, que pode causar dor intensa, além de inflamação dos órgãos genitais, provocando&nbsp;dificuldade para urinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é a transmissão?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele. Durante o surto global de 2022/2023, a infecção se espalhou sobretudo por via sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com mpox são consideradas infecciosas até que todas as lesões tenham formado crostas e essas crostas caiam, formando uma nova camada de pele. A doença também pode ser transmitida enquanto as lesões nos olhos e no restante do corpo (boca, garganta, olhos, vagina e ânus) não cicatrizarem, o que geralmente leva de duas a quatro semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível que o vírus persista por algum tempo em vestimentas, roupas de cama, toalhas, objetos, eletrônicos e superfícies que tenham sido tocadas por uma pessoa infectada. Outra pessoa que toque nesses objetos pode adquirir o vírus se tiver cortes ou escoriações ou mesmo ao tocar olhos, nariz, boca e outras membranas mucosas sem antes lavar as mãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mpox pode ser transmitida durante a gravidez, da gestante para o feto, e durante ou após o parto, através do contato pele a pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não está claro se as pessoas que não apresentam sintomas podem propagar a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vírus também pode ser transmitido para humanos quando a pessoa entra&nbsp;em contato com um animal infectado, incluindo algumas espécies de macacos e roedores terrestres (como esquilos). O contato, nestes casos, pode acontecer por meio de mordidas e arranhões ou durante atividades como caça e preparo do alimento. O vírus pode ser contraído ainda através da ingestão de animais infectados, caso a carne não esteja bem cozida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil e Agência Brasil</em></strong></p>
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