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	<title>saneamento básico Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>saneamento básico Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Com R$ 9,92 bilhões previstos para 2026, ALERR aprova maior orçamento da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sessão extraordinária realizada na noite desta segunda-feira (22), a Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que prevê receitas e despesas no valor total de R$ 9,92 bilhões, o maior orçamento já registrado no estado. A proposta destina os maiores volumes de recursos às áreas de saúde, educação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em sessão extraordinária realizada na noite desta segunda-feira (22), a Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que prevê receitas e despesas no valor total de R$ 9,92 bilhões, o maior orçamento já registrado no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta destina os maiores volumes de recursos às áreas de saúde, educação e segurança pública. A saúde lidera com R$ 1,71 bilhão, seguida pela educação, com R$ 1,60 bilhão, e pela segurança pública, que contará com R$ 1,09 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O orçamento também assegura recursos para assistência social, agricultura, transporte, infraestrutura, cultura, direitos à cidadania, políticas voltadas aos povos indígenas, habitação, saneamento básico, além de reserva de contingência e recursos previdenciários, com o objetivo de garantir equilíbrio fiscal e margem para ajustes durante a execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relator da matéria, o deputado Renato Silva (Podemos) afirmou que o crescimento orçamentário reflete a ampliação da capacidade de investimento do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2019, Roraima tinha pouco mais de 3 bilhões de reais. Hoje, estamos próximos de 10 bilhões, o que mostra um Estado em desenvolvimento, com mais investimento e fortalecimento das áreas essenciais”, declarou.</p>
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		<title>Em parceria com Unicef, Caer leva prêmio nacional por projeto de saneamento para imigrantes venezuelanos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/em-parceria-com-unicef-caer-leva-premio-nacional-por-projeto-de-saneamento-para-imigrantes-venezuelanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 16:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Aesbe]]></category>
		<category><![CDATA[Caer]]></category>
		<category><![CDATA[I Prêmio Nacional Universalizar]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[justiça ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento básico]]></category>
		<category><![CDATA[unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) foi destaque na cerimônia do I Prêmio Nacional Universalizar, realizada pela Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe). O projeto “Acesso ao Saneamento Básico e Justiça Ambiental para Imigrantes Venezuelanos em Situação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) foi destaque na cerimônia do I Prêmio Nacional Universalizar, realizada pela Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Acesso ao Saneamento Básico e Justiça Ambiental para Imigrantes Venezuelanos em Situação de Vulnerabilidade” conquistou o primeiro lugar na categoria Justiça Ambiental, durante o encerramento do Seminário Nacional Universalizar – Aesbe 40 Anos, no Centro de Convenções e Eventos Brasil 21, em Brasília (DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 47 projetos inscritos em cinco categorias, o prêmio reconhece iniciativas que promovem a universalização e sustentabilidade do saneamento básico no Brasil, com foco em segurança hídrica, meio ambiente, justiça ambiental, transição energética e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ações, impactos e alcance</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Unicef desempenhou um papel crucial na concepção, implementação e articulação do projeto, que foi desenvolvido em resposta à crise humanitária resultante da migração de venezuelanos para Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2019, a parceria tem trabalhado para garantir acesso à água potável, saneamento e ações de promoção de higiene para famílias vivendo em assentamentos informais em Boa Vista, com especial atenção para crianças e mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, a Caer ficou responsável pela produção de água, enquanto o Unicef gerenciava a distribuição por meio de caminhões-pipa. No entanto, no final de 2021, foi realizado um esforço de articulação que resultou em um acordo entre a Caer e a Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR), permitindo que famílias em assentamentos informais fossem conectadas à rede pública de abastecimento de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse acordo, a Caer assumiu a responsabilidade pela instalação de hidrômetros&nbsp;e acesso das famílias à tarifa social de água e esgoto, enquanto o Unicef,&nbsp;em parceria com Caer e DPE, promoveu atividades para fortalecer o uso&nbsp;sustentável da água potável no&nbsp;âmbito comunitário assim como a difusão dos diretos e deveres da população ligada à rede de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para um assentamento informal atendido por caminhões-pipa e que não tinha viabilidade de conexão à rede pública, o Unicef articulou com a comunidade local e um proprietário vizinho, possibilitando o abastecimento por meio de um poço existente na área, garantindo uma solução alternativa e segura para o fornecimento de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações conjuntas entre Unicef e Caer incluíram:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; distribuição emergencial de água potável: cerca de 650 mil litros de água por mês para assentamentos em Boa Vista;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; instalação de infraestrutura de saneamento: reservatórios de água e estações de lavagem de mãos para melhorar as condições de higiene;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; capacitação e mobilização comunitária: lideranças locais foram treinadas para realizar pequenos reparos em sistemas hidráulicos, manter práticas de higiene, fomentar a lavagem de mãos e gerenciar recursos de forma sustentável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; articulação para sustentabilidade: o Unicef trabalhou com a Caer, Ministério Público e Defensoria Pública para superar barreiras legais, como a falta de regularização fundiária, e viabilizar a conexão dos assentamentos à rede pública de abastecimento de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto alcançou resultados significativos, como a conexão de oito assentamentos informais à rede pública de água, garantindo um abastecimento regular e sustentável para milhares de pessoas. Além disso, ações educativas foram implementadas para promover o uso consciente da água e minimizar o impacto financeiro nas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reconhecimento no prêmio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria Justiça Ambiental, vencida pelo projeto, reconhece iniciativas que asseguram acesso ao saneamento básico para populações historicamente marginalizadas. O projeto da Caer e Unicef foi selecionado entre três finalistas, superando os projetos da (Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e da Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os finalistas foram avaliados por especialistas do setor – Alexandre Godeiro (Ministério das Cidades), Rafael Castilho (FESPSP) e Josivan Cardoso (Abes) – com base em critérios como relevância social, inovação e impacto ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o prêmio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Promovido pela Aesbe, o I Prêmio Nacional Universalizar tem como objetivo dar visibilidade a práticas que transformam o setor de saneamento no Brasil, promovendo a inclusão social, sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida para as populações mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Unicef</em></strong></p>
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		<title>Taxa de analfabetismo entre indígenas é o dobro da média nacional, segundo IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/taxa-de-analfabetismo-entre-indigenas-e-o-dobro-da-media-nacional-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 15:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento básico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&#160;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país. A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil. A taxa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&nbsp;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo entre pessoas indígenas é duas vezes maior que a da população total brasileira, de 7% em 2022, conforme o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o instituto, essa taxa equivale ao percentual de pessoas com 15 anos de idade ou mais que não sabem ler ou escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisada exclusivamente a população residente em terras indígenas, a taxa de analfabetismo sobe para 20,8% na&nbsp;análise realizada em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do alto índice,&nbsp;houve crescimento na taxa da população alfabetizada desde a pesquisa anterior, de 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo da população indígena brasileira passou de 23,4% para 15,05% no intervalo de 12 anos. Quando analisados apenas os moradores de terras indígenas, o montante passou de 32,3% para os recentes 20,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O censo mostra que&nbsp;a proporção de pessoas indígenas consideradas analfabetas é maior entre os mais velhos e as mulheres. Em 2022, 42,88% dos indígenas com 65 ou mais foram considerados analfabetos. Entre os que possuem 60 e 64 anos, a taxa ficou em 29,21%. A menor taxa (5,5%) é encontrada na faixa dos 18 a 19 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 14,32% dos homens indígenas residentes no Brasil não sabiam ler ou escrever sequer um bilhete simples. Este índice chega a 15,74% no caso das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saneamento básico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Censo 2022 também mostram que&nbsp;28,82% dos indígenas residentes no país não possuem saneamento básico&nbsp;onde moram. A taxa é bastante superior em relação à população total do Brasil, de 2,97%&nbsp;no mesmo período analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o instituto, “as inadequações das infraestruturas de saneamento básico, além de atingirem de forma mais intensa a população indígena, são ainda mais proeminentes nas terras indígenas”, onde 56,98% vivem sem condições adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta ainda que 69,72% dos residentes indígenas do Brasil convivem com a precariedade ou ausência de pelo menos um item de saneamento básico, seja abastecimento de água, destinação adequada do esgoto ou coleta de lixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual também é superior em comparação com a população total do país, com 27,26%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022,&nbsp;36,79% dos domicílios onde há ao menos um indígena não contava com abastecimento de água, seja por rede geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina encanada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas residências situadas em terras indígenas, o percentual chega a 69,24%, bastante acima do observado na população geral brasileira, de 6,03%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a água utilizada é fornecida, por exemplo, por meio de carro-pipa, água da chuva armazenada, rios, açudes, córregos, lagos e igarapés.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de banheiros ou sanitários para destinação do esgoto foi notada em 60,17% dos domicílios que abrigam ao menos um indígena no país. O número salta para 85,42% em terras indígenas, enquanto está em 23,82% no que se refere à população total do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a destinação do esgoto é feita por meio de fossa rudimentar, buraco, vala, rio, córrego, mar etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta de lixo alcança apenas 55,27% das moradias brasileiras com indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos de domicílio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 3,1% dos domicílios brasileiros onde mora ao menos uma pessoa indígena são habitações típicas sem paredes ou malocas. Quando analisados exclusivamente os moradores de terras indígenas, essa proporção salta para 8,15%. Atualmente, já&nbsp;há mais apartamentos com indígenas do que moradias tradicionais dos povos originários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 630.428 domicílios brasileiros abrigavam ao menos uma pessoa indígena, o que representa&nbsp;0,87% do total do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja os tipos de domicílios do país onde há pelo menos um indígena, segundo o IBGE:</p>



<p class="wp-block-paragraph">91,93% – casa</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,51% – apartamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,10% – habitação indígena sem paredes ou maloca</p>



<p class="wp-block-paragraph">1,11% – casa de vila ou condomínio</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,26% – habitação em casa de cômodos ou cortiço</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,08% – estrutura residencial permanente degradada ou inacabada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, as habitações indígenas podem ter diversos tamanhos, podendo inclusive ser simples, com ausência de paredes. Há modelos mais complexos, com diversos cômodos e várias construções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas podem ser construídas com de taquaras e troncos, cobertas de palmas secas ou palha e outros materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denominação pode mudar de acordo com a região, podendo ser chamadas de malocas, palhoça, choupana, cabana, casebre, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN</em></strong></p>
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