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	<title>Sars-CoV-2 Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Sars-CoV-2 Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<item>
		<title>Ministério da Saúde envia a Roraima 4.404 doses de vacina contra covid-19 em nova remessa nacional</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-da-saude-envia-a-roraima-4-404-doses-de-vacina-contra-covid-19-em-nova-remessa-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde enviou 4.404 doses da vacina contra a covid-19 a Roraima nesta semana, dentro de um lote nacional de mais de 2,2 milhões de doses distribuídas aos estados e ao Distrito Federal. Com o envio, o país atinge 6,3 milhões de doses distribuídas nos primeiros meses deste ano, segundo a pasta, que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde enviou 4.404 doses da vacina contra a covid-19 a Roraima nesta semana, dentro de um lote nacional de mais de 2,2 milhões de doses distribuídas aos estados e ao Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envio, o país atinge 6,3 milhões de doses distribuídas nos primeiros meses deste ano, segundo a pasta, que afirma manter estoques regulares em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas do Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e seguem voltadas prioritariamente aos grupos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, declarou o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição é feita por pauta automática, com base na população-alvo e na quantidade de doses aplicadas em cada estado. Estados e municípios são responsáveis pela logística local, incluindo armazenamento, controle de validade e aplicação das doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de necessidade, podem solicitar remessas adicionais ao Ministério da Saúde. Entre janeiro e março, foram enviadas 4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões já aplicadas. Roraima recebeu, nesse período, 32.402 doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova remessa reforça os estoques regionais e mantém a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema de vacinação contra a covid-19 segue diretrizes atualizadas que priorizam grupos como idosos, gestantes, crianças e imunocomprometidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Idosos a partir de 60 anos recebem duas doses com intervalo de seis meses. Gestantes recebem uma dose por gestação. Crianças de 6 meses a menores de 5 anos seguem esquema de duas ou três doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imunocomprometidos recebem três doses iniciais e reforço semestral. Já a população de 5 a 59 anos recebe uma dose se não tiver sido vacinada anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também fazem parte dos grupos prioritários trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, deficiência permanente, povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, população em situação de rua, privados de liberdade e trabalhadores dos Correios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é que a população procure uma unidade de saúde para atualizar a vacinação. A covid-19, causada pelo SARS-CoV-2, pode evoluir para casos graves, especialmente em grupos de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 11 de abril de 2026, o país registrou 62.586 casos de síndrome gripal, além de 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave, com 1.456 relacionados à covid-19 e 188 mortes.</p>
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		<title>Infecções respiratórias graves seguem em alta em Roraima, Acre e Rondônia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/infeccoes-respiratorias-graves-seguem-em-alta-em-roraima-acre-e-rondonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 16:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima, Acre e Rondônia permanecem em alerta devido ao aumento de infecções respiratórias graves, de acordo com o último Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (26). O relatório, que cobre o período de 15 a 21 de fevereiro, indica que Boa Vista apresenta casos elevados de vírus sincicial respiratório (VSR), principalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Roraima, Acre e Rondônia permanecem em alerta devido ao aumento de infecções respiratórias graves, de acordo com o último Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (26). O relatório, que cobre o período de 15 a 21 de fevereiro, indica que Boa Vista apresenta casos elevados de vírus sincicial respiratório (VSR), principalmente em crianças de 2 a 4 anos e adultos de 15 a 49 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Rondônia, o crescimento mais significativo é de influenza A, atingindo jovens e adultos, enquanto o Acre registra maior circulação do VSR, sobretudo entre crianças pequenas. Apesar da alta, a capital acreana, Rio Branco, não mostra tendência de crescimento a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário nacional, foram registrados 8.218 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026, com 2.566 confirmados para algum vírus respiratório. O rinovírus responde por 34,6% das confirmações, seguido de influenza A (19,2%) e VSR (12,5%).</p>
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		<title>Roraima está em nível de risco para síndromes respiratórias</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-esta-em-nivel-de-risco-para-sindromes-respiratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&#160;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&#160;nas últimas duas semanas. A informação faz parte do&#160;boletim semanal InfoGripe,&#160;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março. A SRAG é uma&#160;complicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&nbsp;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&nbsp;nas últimas duas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação faz parte do&nbsp;<a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/Resumo_InfoGripe_2025_09.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>boletim semanal InfoGripe</strong></a>,&nbsp;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SRAG é uma&nbsp;complicação marcada por grande dificuldade para respirar, sensação de peso no peito e queda no nível de saturação, entre outros sintomas. O tratamento precisa de hospitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As localidades&nbsp;que estão em nível de alerta ou risco são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pará</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tocantins</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrito Federal&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rondônia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sergipe (único fora do Norte e Centro-Oeste)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças e adolescentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim da Fiocruz identifica ainda “manutenção da tendência de crescimento” do&nbsp;número de casos de SRAG em crianças e adolescentes até 14 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella, a&nbsp;volta às aulas é um dos motivos desse aumento&nbsp;nas últimas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um padrão que a gente vem observado nos últimos anos. Nas escolas, geralmente, as crianças acabam tendo maior contato umas com as outras e ficam mais tempo em ambientes fechados, o que favorece a transmissão desses vírus respiratórios”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos registros aponta que&nbsp;em crianças de até 2 anos, os casos estão associados ao vírus sincicial respiratório (VSR). Na faixa etária&nbsp;de 2 a 14 anos, são causados pelo rinovírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Tatiana Portella, os casos de SRAG em crianças pequenas no Distrito Federal e em Goiás estão relacionados “ao início de temporada do VSR nessa região”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;VSR acomete com muita frequência os primeiros meses de vida dos bebês e leva a casos como bronquiolite, doença que começa com febre, tosse, igual a outras doenças respiratórias, mas que progride para um quadro de cansaço e insuficiência respiratória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Casos em 2025</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o país&nbsp;soma 16 mil casos de SRAG, sendo 34,3% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vírus identificados são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sars-CoV-2 (causador da covid-19): 46,2%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rinovírus: 23,6%</p>



<p class="wp-block-paragraph">VSR: 15%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza A: 6,1%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza B: 2,5%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às&nbsp;mortes, foram&nbsp;1.338 registros por SRAG em 2025, sendo 636 (47,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 81% dos casos, o&nbsp;vírus causador foi o Sars-CoV-2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Tatiana Portella recomenda que, especialmente neste momento pós-carnaval,&nbsp;pessoas que apresentem sintomas de gripe e resfriado fiquem em casa em isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas, se precisar sair, use uma boa máscara. Nesta época também é importante evitar visitar crianças pequenas sem uso de máscara, já que esse grupo é mais vulnerável a vários tipos de vírus de transmissão respiratória”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recomenda também que todos mantenham o esquema vacinal completo contra a covid-19. O imunizante está disponível gratuitamente nas unidades de saúde de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 6 meses de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Roraima apresenta tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave entre crianças, aponta Fiocruz</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-apresenta-tendencia-de-alta-nos-casos-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-entre-criancas-aponta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 14:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[srag]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente por rinovírus, enquanto nos idosos, pelo coronavírus Sars-CoV-2. Já no Rio de Janeiro e Goiás, todas as faixas etárias são atingidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) e do InfoGripe Tatiana Portella alerta que a população de risco, como os idosos, deve manter a vacinação contra a covid-19 e influenza em dia para prevenir casos respiratórios graves.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em caso de aparecimento de sintomas, o recomendado é manter a etiqueta respiratória com o uso de máscaras e evitar tossir ou espirrar perto de outras pessoas”, disse Tatiana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início deste ano, já foram notificados 156.309 casos de SRAG, sendo 73.283 (46,9%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos óbitos de SRAG este ano, já foram registrados 9.544, sendo 4.909 (51,4%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os positivos do ano corrente, 28,2% são influenza A; 1,8% são influenza B; 8,5% são VSR; 8,7% são rinovírus; e 52% são Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
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