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	<title>TRF-1 Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>TRF-1 Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Romero Jucá é condenado pelo TRF-1 a quase dez anos de prisão em processo envolvendo recursos da Odebrecht</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual do MDB de Roraima teria sido, na realidade, pagamento de propina pela atuação de Jucá em benefício da construtora Odebrecht. A sentença foi publicada na quarta-feira (22).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a decisão, o dinheiro recebido pelo diretório partidário acabou direcionado à campanha de Rodrigo Jucá, filho do ex-senador, que disputou o cargo de vice-governador de Roraima em 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) identificou a suposta origem ilícita dos valores a partir das informações prestadas por Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, em acordo de colaboração no âmbito da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relato do empresário, a transferência teria ocorrido como contrapartida pela atuação de Romero Jucá em medidas de interesse da construtora durante a tramitação das medidas provisórias nº 651/2014 e nº 656/2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas propostas posteriormente foram convertidas nas leis nº 13.043/2014 e nº 13.097/2015, que estabeleceram regras relacionadas ao Regime Especial de Tributação (RET) para incorporações imobiliárias. A legislação de 2015 também tratava de empreendimentos ligados ao programa Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do juiz responsável pelo caso, a atuação do então senador teria contribuído para a obtenção de benefícios fiscais para empresas do setor imobiliário, resultando em renúncia de parte da arrecadação da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condenação veio após recurso do MPF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atual modificou um entendimento anterior, no qual Romero Jucá havia sido absolvido. O MPF recorreu e, após a análise do recurso, o TRF-1 decidiu pela condenação do ex-senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jucá informou que sua defesa já apresentou embargos contra a decisão. Ele argumenta que o processo deveria ser considerado prescrito devido à sua idade, superior a 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador afirmou que seu advogado buscou os desembargadores titulares responsáveis pelo julgamento, mas recebeu a informação de que eles não poderiam analisar o caso porque o tema estaria relacionado a entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Jucá, depois que os magistrados entraram em férias, um juiz substituto assumiu o processo e afastou tanto a alegação de prescrição quanto a possibilidade de envio do recurso ao STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da condenação, Romero Jucá declarou que pretende recorrer e que, por isso, não considera que ficará inelegível. A Lei da Ficha Limpa estabelece impedimento para candidaturas de pessoas condenadas por órgãos colegiados, mas o ex-senador afirma que a decisão ainda poderá ser modificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar a possibilidade de disputar uma vaga de deputado federal, Jucá disse estar avaliando a candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou avaliando sair deputado federal. A convenção é no dia 5. É tanta confusão, tanta briga. Tem hora que eu me animo para ajudar a resolver esse problema do país, tem hora que eu desanimo porque o nível está muito baixo”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Advogados afirmam que não há provas contra ex-senador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em manifestação divulgada após a condenação, a defesa de Romero Jucá afirmou que não existe “uma mísera prova” de que ele tenha cometido irregularidades em sua atuação como senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados sustentaram que, por exercer uma posição de liderança política, Jucá recebia propostas e demandas de empresas interessadas em assuntos econômicos, mas que isso não permitiria concluir que houve favorecimento ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa também criticou o andamento do processo e afirmou que a decisão do TRF-1 contrariou uma nova orientação do STF sobre a permanência do foro por prerrogativa de função em casos relacionados ao exercício do cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os advogados, o julgamento ocorreu mesmo diante da alegação de prescrição e sem elementos probatórios suficientes para sustentar a condenação. A defesa afirmou confiar que a decisão será revertida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de Jucá também questionaram a condenação do ex-senador enquanto o delator citado no processo permaneceu absolvido. Para a defesa, houve contradição no entendimento adotado pelo tribunal, já que, segundo os advogados, não teria sido reconhecida prova de corrupção contra o colaborador, mas a sentença de absolvição de Jucá foi alterada para condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Decisão do TRF-1 afasta exigência prévia do CDN em processos fundiários de Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[CDN]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Iteraima]]></category>
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		<category><![CDATA[regularização fundiária]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[titulação de terras]]></category>
		<category><![CDATA[TRF-1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suspensão de uma liminar que condicionava a regularização fundiária em áreas de fronteira à autorização do Conselho de Defesa Nacional (CDN) permite a continuidade dos processos administrativos em Roraima. A medida foi determinada pela presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), desembargadora Gilda Sigmaringa Seixas. A decisão atende a um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A suspensão de uma liminar que condicionava a regularização fundiária em áreas de fronteira à autorização do Conselho de Defesa Nacional (CDN) permite a continuidade dos processos administrativos em Roraima. A medida foi determinada pela presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), desembargadora Gilda Sigmaringa Seixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atende a um pedido do governo estadual, que contestou a determinação anterior, concedida em primeira instância em ação do Ministério Público Federal (MPF). A liminar obrigava o Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) a submeter previamente ao CDN todos os processos de titulação em áreas consideradas de fronteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da magistrada, a manutenção da exigência poderia comprometer de forma ampla a política fundiária em execução no estado. O risco apontado foi de uma paralisação “abrupta e indiscriminada” das atividades relacionadas à regularização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alcance da medida, segundo a decisão, não seria restrito a áreas isoladas. Estimativas indicam que cerca de 69% do território de Roraima poderia ser afetado, abrangendo não apenas zonas rurais, mas também Boa Vista e outros municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto considerado no processo foi o volume de demandas em andamento. Os autos apontam a existência de mais de 6,7 mil processos administrativos em curso no Iteraima, além de milhares de títulos já emitidos anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eventual interrupção desses procedimentos poderia gerar efeitos diretos sobre a segurança jurídica no estado. A incerteza sobre a validade de títulos e a paralisação de novos processos são apontadas como consequências possíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo estadual também destacou impactos econômicos associados à medida. Um dos principais argumentos envolve o acesso ao crédito rural, que depende da regularização fundiária para a liberação de financiamentos por instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a titulação das terras, produtores rurais poderiam enfrentar dificuldades para obter crédito, o que, segundo o Executivo estadual, comprometeria atividades produtivas e políticas públicas ligadas ao setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF, por sua vez, sustenta que a atuação do Iteraima sem a anuência do CDN em áreas de fronteira pode violar normas relacionadas à segurança nacional e à legalidade administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exigência de participação do CDN está vinculada à localização dessas áreas, consideradas estratégicas. A controvérsia gira em torno da necessidade ou não dessa anuência nos processos conduzidos pelo órgão estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento do mérito da ação ainda será realizado pela Justiça Federal. Até lá, a decisão do TRF-1 mantém a tramitação dos processos de regularização fundiária em Roraima.</p>
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		<title>PF indicia 720 pessoas por garimpo ilegal na Terra Yanomami em dois anos de operações; quase 300 foram presas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 17:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[FNSP]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[ibama]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Libertação]]></category>
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		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciada em fevereiro de 2023 pela Polícia Federal e as Forças Armadas, a Operação Libertação já teve 350 inquéritos e 720 pessoas indiciadas, além de 299 presas em flagrante. O objetivo da ação é deter o&#160;garimpo&#160;ilegal e proteger a&#160;Terra Indígena Yanomami. A Operação Libertação reúne todas as operações contra o garimpo deflagradas nesses dois anos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Iniciada em fevereiro de 2023 pela Polícia Federal e as Forças Armadas, a Operação Libertação já teve 350 inquéritos e 720 pessoas indiciadas, além de 299 presas em flagrante. O objetivo da ação é deter o&nbsp;garimpo&nbsp;ilegal e proteger a&nbsp;Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Libertação reúne todas as operações contra o garimpo deflagradas nesses dois anos. No total, de acordo com a PF, foram 24.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurados, Ministério Público Federal (MPF), Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e a Seção Judiciária de Roraima não responderam aos questionamentos da reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Yanomami vivem uma&nbsp;crise humanitária&nbsp;causada pela explosão de invasões de garimpeiros no território durante o governo&nbsp;Jair Bolsonaro&nbsp;(PL), que estimulava a presença de invasores para a exploração ilegal de ouro. No auge da crise, cerca de&nbsp;20 mil&nbsp;permaneciam em diferentes pontos do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa situação, com malária sem controle e desnutrição grave de crianças e idosos, o governo Lula declarou&nbsp;emergência em saúde pública&nbsp;no território em 20 de janeiro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Operação Libertação&nbsp;também envolve agentes do&nbsp;Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),&nbsp;Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai)&nbsp;e Força Nacional de Segurança Pública (FNSP).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Números divulgados pela Polícia Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Operações deflagradas: 24</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mandados de busca e apreensão: 144</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mandados de prisão preventiva: 29</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mandados de prisão temporária: 4</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas presas em flagrante: 299</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas indiciadas: 720</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inquéritos policiais instaurados: 350</p>



<p class="wp-block-paragraph">Total de inquéritos policiais encerrados vinculados à Operação Libertação: 227</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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