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	<title>tuberculose Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>tuberculose Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Dia D de multivacinação ocorre em 22 de agosto para atualizar cadernetas de menores de 15 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:07:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde promove em 22 de agosto o Dia D da Campanha de Multivacinação 2026, voltada à atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização nacional segue até 1º de setembro e reúne 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação. A estratégia começou neste mês com o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde promove em 22 de agosto o Dia D da Campanha de Multivacinação 2026, voltada à atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização nacional segue até 1º de setembro e reúne 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia começou neste mês com o objetivo de identificar doses atrasadas e elevar as coberturas vacinais. Para reforçar o abastecimento dos estados, o Ministério da Saúde distribuiu 1,5 milhão de doses especificamente para a campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de 2026, a pasta informa que mais de 177 milhões de doses foram destinadas aos estados e ao Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pais e responsáveis devem levar a caderneta da criança ou do adolescente a um serviço de vacinação. A aplicação será feita conforme a situação de cada pessoa: os profissionais vão verificar o histórico e administrar somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de doenças protegidas inclui sarampo, poliomielite, dengue, febre amarela, influenza, covid-19, meningites, pneumonias, hepatites, tétano, difteria, coqueluche, caxumba, rubéola, varicela, infecções por rotavírus e HPV, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização é considerada fundamental para manter a proteção individual e coletiva e reduzir a circulação de vírus e bactérias que podem provocar doenças graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campanha traz mudanças no calendário</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha de 2026 é a primeira a contar com a vacina pneumocócica 20-valente, a Pneumo 20. O imunizante amplia a proteção contra doenças pneumocócicas, incluindo pneumonia e meningite. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos e grupos especiais, de acordo com as indicações específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também estão incluídas as atualizações recentes do calendário, como a vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A vacinação contra a covid-19 também segue as indicações específicas de cada imunizante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra mudança envolve a poliomielite. Desde 3 de agosto, o esquema passou a contar com um segundo reforço da VIP aos 4 anos. O calendário nacional confirma a dose nessa idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil não registra casos da doença há décadas, mas a poliomielite continua circulando em outras partes do mundo. A manutenção da vacinação é, portanto, uma medida de prevenção contra uma eventual reintrodução do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os imunizantes disponíveis na campanha estão BCG, hepatite B, pentavalente, VIP, rotavírus, pneumocócicas 10 e 20-valente, meningocócicas C e ACWY, influenza, covid-19, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, hepatite A, dT, HPV4 e dengue tetravalente.</p>
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		<title>Roraima apresenta segunda maior incidência de casos de tuberculose do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose matou mais de 5,9 mil pessoas em 2023 no Brasil e mais de 84 mil novos casos da doença foram diagnosticados naquele ano, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.&#160;O estado onde há maior incidência da doença é o Amazonas, seguido por Roraima e Rio de Janeiro. No estado amazônico, até setembro [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose matou mais de 5,9 mil pessoas em 2023 no Brasil e mais de 84 mil novos casos da doença foram diagnosticados naquele ano, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.&nbsp;O estado onde há maior incidência da doença é o Amazonas, seguido por Roraima e Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estado amazônico, até setembro de 2024, eram 86,3 casos por 100 mil habitantes. Já Roraima registrou 78,9 e Rio de Janeiro, 73,7 casos por 100 mil habitantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, transmitida pelas vias aéreas, sobretudo quando uma pessoa doente tosse, espirra ou fala, cujo principal sintoma é a tosse persistente, que costuma durar mais de três semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dia 24 de março é dedicado a aumentar a conscientização contra esta que é uma das doenças infecciosas que mais matam no mundo. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), todos os dias mais de quatro mil pessoas morrem em todo o planeta&nbsp;em decorrência da tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Draurio Barreira, Diretor do Departamento de HIV/AIDS, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, vivemos outro momento da doença, em que não se fala mais em controle e, sim, em eliminação. O desafio faz parte do programa Brasil Saudável, que além da tuberculose, visa eliminar outras 11 doenças e 5 infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condições que favorecem à tuberculose</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Casas onde moram muitas pessoas, com condições de saneamento e higiene precárias, pouca circulação de ar. Todos esses são determinantes sociais que perpetuam a existência da tuberculose no país, como explica a coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias não Tuberculosas do Ministério&nbsp;da Saúde, Fernanda Dockhorn.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A tuberculose está ligada muito às condições de vida da população. Então, as populações que vivem em uma situação de empobrecimento, em ambientes aglomerados, onde o ar não circula tão bem, estão mais sujeitas ao adoecimento. Além disso, as pessoas em situação de vulnerabilidade social, muitas vezes, vivenciam mais dificuldades de acesso a serviços e têm diagnóstico tardio.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fome, desnutrição, baixa qualidade dos alimentos também são fatores que contribuem para que a doença se manifeste após a infecção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tratamento e enfrentamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a prevenção contra a doença recebe atenção especial, com aumento de 30% no tratamento preventivo. O destaque desse tratamento é o esquema encurtado 3HP — um combo de medicamentos associados que reduz o risco de desenvolvimento de tuberculose ativa nas pessoas que tiveram contato com o bacilo e ajuda a interromper a cadeia de transmissão da doença. Essa nova maneira de proteger contra a tuberculose já atingiu 72% dos tratamentos, segundo o Ministério da Saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento convencional da tuberculose é feito com uso de antibióticos orais, em casa, durante seis meses, e exige que o paciente vá até uma unidade de saúde mensalmente para acompanhar a evolução do tratamento. A porta de entrada para ter acesso aos cuidados ocorre pela atenção primária à saúde e todos os medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo SUS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil Saudável&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/infeccoes-e-doencas-ligadas-a-fatores-sociais-sao-debatidas-em-roraima-com-integrantes-de-14-ministerios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Para combater a tuberculose e outras dez doenças e cinco infecções consideradas problemas de saúde pública, o governo federal criou, em fevereiro de 2024, o programa Brasil Saudável</strong></a>. Com a tuberculose, a meta é eliminar a doença como problema de saúde pública, reduzir a incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e fazer cair o número de mortes para menos de 230 por ano, até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, o Ministério da Saúde, ao lado de outros 12 ministérios, trabalha no enfrentamento da fome e pobreza, na promoção da proteção social e dos direitos humanos, no fortalecimento da capacitação de agentes sociais, no estímulo à ciência, tecnologia e inovação e na expansão de iniciativas em infraestrutura, saneamento e meio ambiente.</p>
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		<title>Roraima recebe R$ 1,3 milhão do Ministério da Saúde para combate a doenças transmissíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 10:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima vai receber R$ 1,3 milhão para o combate de doenças transmissíveis, dos quais R$ 532,5 mil serão usados exclusivamente para a vigilância da tuberculose. De acordo com o Ministério da Saúde, a transferência de recursos faz parte do programa&#160;Brasil Saudável, para eliminação e controle de doenças socialmente determinadas. O ministério aumentou o investimento em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima vai receber R$ 1,3 milhão para o combate de doenças transmissíveis, dos quais R$ 532,5 mil serão usados exclusivamente para a vigilância da tuberculose. De acordo com o Ministério da Saúde, a transferência de recursos faz parte do programa&nbsp;Brasil Saudável, para eliminação e controle de doenças socialmente determinadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério aumentou o investimento em saúde pública, destinando R$ 300 milhões para o combate ao HIV/aids, tuberculose, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis (IST) em estados e municípios. A medida visa expandir a testagem, intensificar a busca ativa de diagnósticos e aumentar o tratamento preventivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso foi possível porque a tuberculose foi incluída na Política de Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de HIV/aids, Hepatites Virais e IST. Com o adicional de R$ 100 milhões, a política passa a enviar R$ 300 milhões a estados e municípios. “Além disso, vamos promover todo o apoio necessário para as que as ações de vigilância sejam mais efetivas e possamos fazer frente às infecções e doenças que acometem a saúde da nossa população”, declara Ethel Maciel, secretária de&nbsp;Vigilância em Saúde e Ambiente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o Brasil foi o primeiro país do mundo a lançar uma política governamental para eliminar ou reduzir, como problemas de saúde pública, 14 doenças e infecções que acometem, de forma mais intensa, as populações em situação de maior vulnerabilidade social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor do&nbsp;Departamento de HIV/aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis&nbsp;do Ministério da Saúde, Draurio Barreira, os recursos vão possibilitar avanços significativos para a eliminação dessas infecções e doenças como problemas de saúde pública. “Com a inclusão inédita da tuberculose no incentivo, poderemos expandir o nosso leque de ações”, explica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os gestores locais deverão encaminhar, no prazo de 60 dias, os valores a serem repassados ao estado e seus municípios. A definição de recursos foi proposta de acordo com a proporção de casos novos de tuberculose de cada unidade federada em relação ao total notificado no país.&nbsp;</p>
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