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	<title>união Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>união Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima entra em rateio de quase R$ 5,5 bilhões para aliviar efeitos das tarifas de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 23:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Roraima Energia terá R$ 123,46 milhões previstos em transferência dentro da distribuição preliminar de R$ 5,48 bilhões aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O dinheiro é resultado da repactuação do Uso de Bem Público (UBP) de usinas hidrelétricas e integra uma medida destinada a reduzir os efeitos tarifários para consumidores do ambiente [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Roraima Energia terá R$ 123,46 milhões previstos em transferência dentro da distribuição preliminar de R$ 5,48 bilhões aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O dinheiro é resultado da repactuação do Uso de Bem Público (UBP) de usinas hidrelétricas e integra uma medida destinada a reduzir os efeitos tarifários para consumidores do ambiente regulado nas regiões Norte e Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da Aneel foi homologada na terça-feira (11). Para Roraima, a agência estabeleceu um valor preliminar de R$ 148,16 milhões em UBP, com R$ 123,46 milhões indicados para transferência à distribuidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida não representa, porém, um desconto direto de R$ 123 milhões nas contas de energia nem significa que cada consumidor terá uma redução proporcional desse valor. Os recursos entram em uma sistemática de compensação tarifária definida pela agência reguladora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto da decisão é a homologação de um Efeito Tarifário Limite Equilibrado Preliminar (ETLEP) de 6,53%. O índice serve como referência para distribuir de forma equilibrada os efeitos dos recursos entre as distribuidoras que atendem as áreas da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual também não corresponde a um reajuste ou desconto de 6,53% para os consumidores. O cálculo considera os resultados dos processos tarifários e busca evitar que a aplicação dos recursos provoque distorções entre as empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A origem do dinheiro está na repactuação do UBP de 24 concessões de usinas hidrelétricas. Com a adesão ao programa, parcelas futuras que seriam pagas pelo uso do bem público foram substituídas por aportes na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação está relacionada às regras estabelecidas pela Lei nº 15.235/2025, que permitiu a utilização dos recursos para garantir a redução dos efeitos tarifários para consumidores do ambiente regulado nas áreas abrangidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Roraima, o repasse previsto coloca a Roraima Energia entre as distribuidoras que receberão recursos dentro do mecanismo. Na Região Norte, a Amazonas Energia aparece com R$ 573,26 milhões, a Energisa Rondônia com R$ 424,77 milhões, a Equatorial CEA com R$ 155,09 milhões, a Energisa Acre com R$ 37,27 milhões e a Energisa Tocantins com R$ 26,63 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Nordeste, a maior transferência preliminar é para a Neoenergia Coelba, com R$ 697,08 milhões. A Enel Ceará aparece com R$ 403,81 milhões, enquanto a Equatorial Alagoas tem R$ 231,18 milhões previstos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição ainda não é definitiva para todas as empresas. Os valores destinados à Equatorial Pará, Equatorial Maranhão, Equatorial Piauí, Energisa Paraíba e ELFSM serão recalculados durante os respectivos processos tarifários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deverá realizar as transferências em até 10 dias após a publicação da decisão da Aneel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão integra a política de modicidade tarifária do setor elétrico, área em que a Aneel acompanha e regulamenta os processos de definição das tarifas das distribuidoras.</p>
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		<title>TRF1 confirma decisão que obriga União e estado a construir escola indígena no sul de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/trf1-confirma-decisao-que-obriga-uniao-e-estado-a-construir-escola-indigena-no-sul-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve, por unanimidade, a condenação da União e do estado de Roraima para a construção de uma estrutura adequada na Escola Estadual Indígena Yanomami Yano Thea, localizada na comunidade Hauxiu, em Caracaraí, sul do estado. A decisão atende a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve, por unanimidade, a condenação da União e do estado de Roraima para a construção de uma estrutura adequada na Escola Estadual Indígena Yanomami Yano Thea, localizada na comunidade Hauxiu, em Caracaraí, sul do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atende a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) após constatação de que a unidade escolar funcionava em condições precárias. O acórdão foi assinado em 17 de junho pela 11ª Turma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, inspeções apontaram que a escola se limitava a um quadro danificado instalado em um malocão da comunidade indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor responsável relatou que a estrutura foi erguida pelos próprios Yanomami com materiais perecíveis e precisa ser reconstruída todos os anos devido às chuvas, além de não contar com mesas, cadeiras ou materiais básicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao recorrer, a União alegou não ser parte responsável pela demanda, mas o TRF1 rejeitou o argumento e confirmou a responsabilidade compartilhada entre União e estado na educação indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de Roraima alegou dificuldades financeiras e de acesso à comunidade, localizada em área de difícil logística, mas o tribunal também rejeitou a justificativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão afirmou que limitações orçamentárias não podem ser usadas para afastar direitos fundamentais e reforçou que o Judiciário pode intervir em casos de omissão estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão mantém o prazo de 120 dias para início das obras e seis meses para conclusão, conforme definido em sentença anterior.</p>
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		<item>
		<title>Justiça Federal confirma obrigação de regularizar aeródromos que atendem indígenas em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-federal-confirma-obrigacao-de-regularizar-aerodromos-que-atendem-indigenas-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF). O caso envolve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolve aeródromos utilizados para transporte logístico e assistência médica aérea aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela decisão, publicada em maio, os réus devem apresentar um cronograma de regularização em até 60 dias e concluir o processo no prazo de um ano perante a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). O descumprimento pode resultar em multa diária de R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal também preservou a suspensão dos efeitos restritivos de editais aeronáuticos reguladores, permitindo a continuidade das operações das pistas até que a regularização seja concluída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento, os desembargadores rejeitaram os argumentos de ilegitimidade passiva levantados pela União e pela Funai. Também afastaram alegações de cerceamento de defesa, violação à separação dos Poderes e aplicação da teoria da reserva do possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento firmado, a intervenção do Judiciário visa corrigir omissões administrativas, especialmente em situações relacionadas ao direito à saúde, considerado parte do mínimo existencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico do processo foi destacado pelo MPF ainda em 2019. Na ocasião, o órgão questionou a justificativa de contingenciamento orçamentário apresentada pela União e observou que mais de três anos haviam transcorrido desde a liminar concedida em 2016 sem avanço nas regularizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF relatou ainda que a falta de regularização jurídica das pistas comprometeu o abastecimento e o atendimento médico nas comunidades indígenas. Em 2021, empresas de táxi aéreo contratadas para realizar remoções médicas recusaram-se a pousar em aeródromos sem homologação por temor de punições administrativas da Anac.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, equipes de saúde passaram a realizar deslocamentos a pé e houve restrição das remoções de urgência. O serviço somente foi retomado temporariamente após edição de resolução excepcional voltada ao período da pandemia na Amazônia Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme apontado pelo MPF, um dos principais obstáculos para a homologação dos aeródromos era a ausência de apresentação dos Planos Básicos de Zona de Proteção do Aeródromo (PBZPA) ao Decea pelos entes responsáveis.</p>
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		<item>
		<title>MPF recorre para ampliar penas de condenados por comércio ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-recorre-para-ampliar-penas-de-condenados-por-comercio-ilegal-de-ouro-e-lavagem-de-dinheiro-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram que a dupla movimentou mais de R$ 2,2 milhões por meio da comercialização ilegal de aproximadamente 7,5 quilos de ouro. Segundo o MPF, os dois atuavam em conjunto utilizando a estrutura de uma empresa sediada na capital de Roraima para ocultar e dissimular valores obtidos ilegalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi apresentada em março de 2023 e teve origem em investigações iniciadas em janeiro de 2021. Na época, denúncias anônimas acompanhadas de imagens e vídeos indicavam que uma empresa registrada para comércio de produtos agrícolas era usada para compra de ouro de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apuração, ficou comprovado que os condenados utilizavam a empresa como fachada para dar aparência de legalidade às operações relacionadas ao ouro extraído clandestinamente. O MPF afirma que a estrutura empresarial foi usada para facilitar a aquisição e comercialização do minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença determinou pena de quatro anos de prisão para os dois réus, além do pagamento de 20 dias-multa. A decisão também fixou o regime inicial aberto e autorizou a substituição da prisão por penas restritivas de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas alternativas definidas pela Justiça estão o pagamento de cinco salários mínimos e prestação de serviços à comunidade pelo período de quatro anos. Para o MPF, no entanto, as punições foram brandas diante dos fatos apontados no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso encaminhado ao TRF1, o órgão pede que a pena-base seja fixada acima do mínimo legal para o crime de usurpação de matéria-prima da União. O MPF também solicita que o cumprimento da pena ocorra em regime inicial semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPF quer a exclusão da substituição das penas privativas de liberdade por medidas restritivas de direitos. O órgão argumenta que as sanções atuais não são suficientes para prevenir práticas relacionadas à macrocriminalidade mineral na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o recurso, a sentença deixou de considerar elementos que agravam a conduta dos condenados, como a estrutura organizada usada para operacionalizar os crimes, o grau de responsabilidade da dupla e os impactos ambientais e sociais causados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma ainda que o ouro comercializado tinha ligação com garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Durante buscas e apreensões, foram encontrados registros de pesagem, cálculos técnicos de pureza do metal e anotações sobre margens de lucro, o que, segundo o órgão, demonstra atuação profissional na atividade clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é acompanhado pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no enfrentamento ao garimpo ilegal nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.</p>
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		<item>
		<title>Homem é preso com barras de ouro escondidas nos tênis em ônibus para Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/homem-e-preso-com-barras-de-ouro-escondidas-nos-tenis-em-onibus-para-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 22:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira (13) após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrar quatro barras de ouro escondidas nos tênis dele durante fiscalização na BR-174, em Manaus. O passageiro viajava em um ônibus que seguia para Boa Vista. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (14). De acordo com a PRF, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um homem foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira (13) após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrar quatro barras de ouro escondidas nos tênis dele durante fiscalização na BR-174, em Manaus. O passageiro viajava em um ônibus que seguia para Boa Vista. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (14).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a PRF, os policiais suspeitaram do comportamento do homem durante a abordagem ao veículo. Segundo os agentes, ele apresentava nervosismo e dificuldade para caminhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a fiscalização, os policiais perceberam um volume incomum nos calçados do suspeito. Ao verificarem, encontraram quatro barras de ouro escondidas no interior dos tênis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a corporação, cada barra pesava cerca de um quilo, totalizando aproximadamente quatro quilos de ouro apreendidos na operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PRF informou que o homem não possuía documentação fiscal nem licença ambiental relacionadas ao minério transportado. Durante a abordagem, ele afirmou que receberia dinheiro para transportar o ouro do Amazonas para Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi registrado como crime de usurpação de bem da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apreensão ocorreu durante fiscalização de rotina na BR-174, rodovia que faz a ligação terrestre entre Manaus e Boa Vista e concentra grande circulação de passageiros e mercadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a prisão em flagrante, o homem e o ouro apreendido foram encaminhados para a Polícia Federal, onde o caso seguirá sob investigação.</p>
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		<item>
		<title>Justiça Federal torna réus sobrinho e irmã de Antonio Denarium em caso que apura R$ 64 milhões ligados ao garimpo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-federal-torna-reus-sobrinho-e-irma-de-antonio-denarium-em-caso-que-apura-r-64-milhoes-ligados-ao-garimpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
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		<category><![CDATA[usurpação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal tornou réus o empresário Fabrício de Souza Almeida e Vanda Garcia de Almeida, sobrinho e irmã do ex-governador de Roraima Antonio Denarium (Republicanos), por suspeita de participação em um esquema de financiamento ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Outras quatro pessoas também passam a responder ao processo criminal. De acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal tornou réus o empresário <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/sobrinho-do-governador-de-roraima-e-condenado-a-quase-sete-anos-por-trafico-de-drogas-e-porte-ilegal-de-armas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fabrício de Souza Almeida</strong></a> e Vanda Garcia de Almeida, sobrinho e irmã do ex-governador de Roraima Antonio Denarium (Republicanos), por suspeita de participação em um esquema de financiamento ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Outras quatro pessoas também passam a responder ao processo criminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), os acusados movimentaram aproximadamente R$ 64 milhões entre janeiro de 2017 e outubro de 2021. O órgão afirma que os valores são incompatíveis com a renda declarada pelos investigados à Receita Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos familiares do ex-governador, viraram réus João Alisson de Sousa Alencar Lima, Paulo Pessoa Silva, Rafael Silva Souza e Wellington de Oliveira Castro. Eles responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e usurpação de bens da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, as penas máximas somadas pelos crimes investigados podem ultrapassar 20 anos de prisão. O órgão também solicitou à Justiça a condenação dos réus ao pagamento mínimo de R$ 500 mil por danos morais coletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam que o grupo era liderado pelo empresário Fabrício de Souza Almeida. Conforme a denúncia, ele atuaria com apoio dos tios e de outros três colaboradores, em um esquema com divisão de tarefas voltadas ao financiamento da mineração clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme o MPF, os investigados recebiam dinheiro em espécie por meio de empresas de fachada e pessoas utilizadas como “laranjas”. Os recursos seriam usados para custear operações de garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia relata que, após a comercialização dos minérios, parte dos lucros retornava aos financiadores do esquema e o restante era dividido entre outros integrantes da organização criminosa, mantendo a continuidade das atividades ilegais investigadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores apontaram ainda que os denunciados utilizavam estratégias para esconder a origem do dinheiro. Entre elas estavam transferências bancárias entre contas dos próprios envolvidos, saques fracionados em espécie e uso de empresas sem atividade operacional efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das empresas investigadas, registrada oficialmente para prestação de serviços de representação comercial, teria movimentado mais de R$ 11 milhões em pouco mais de três anos. Segundo as apurações, a empresa não possuía empregados, veículos nem endereço comercial funcionando regularmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as diligências realizadas no decorrer da investigação, agentes apreenderam equipamentos usados em garimpo ilegal, como bombas hidráulicas, motores e uma resumidora de cassiterita. Os materiais foram encontrados na residência apontada como sendo do líder da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram apreendidos uma balança de precisão e um caderno com anotações sobre voos, pagamentos feitos a pilotos, transporte de cargas e quantidades de ouro comercializadas. Em outra operação, os investigadores localizaram cerca de cinco mil quilos de cassiterita na casa da mãe de um dos investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, nenhum dos denunciados possuía autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM) para extrair, transportar ou comercializar minérios. A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado da Procuradoria da República em Roraima (Gaeco/PRRR) em conjunto com o 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no combate à mineração ilegal no Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.</p>
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		<title>MPF denuncia garimpeiro por extração ilegal de ouro na Terra Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-garimpeiro-por-extracao-ilegal-de-ouro-na-terra-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 18:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Corte Interamericana de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[FNSP]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Defesa de Direitos Difusos]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Asfixia]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria da República]]></category>
		<category><![CDATA[Rondônia]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>
		<category><![CDATA[usurpação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem flagrado extraindo ouro de forma ilegal na Terra Yanomami, em Roraima, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), e a denúncia foi recebida pela Justiça Federal. Ele é acusado de usurpação de matéria-prima da União, extração ilegal de recursos minerais com agravantes e invasão de terras públicas. A prisão ocorreu em junho de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um homem flagrado extraindo ouro de forma ilegal na Terra Yanomami, em Roraima, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), e a denúncia foi recebida pela Justiça Federal. Ele é acusado de usurpação de matéria-prima da União, extração ilegal de recursos minerais com agravantes e invasão de terras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão ocorreu em junho de 2025, durante fiscalização da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), nas operações “TI Yanomami II – Roraima” e “Operação Asfixia”. Ao avistar os agentes, o suspeito tentou fugir pela mata, mas acabou sendo localizado e detido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o depoimento, o acusado afirmou que trabalhava no garimpo há um ano e três meses, no local conhecido como “Garimpo do Rangel”. Segundo ele, nesse período, foram extraídos aproximadamente 60 gramas de ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investigado também relatou que a área onde realizava a extração, chamada de frente de lavra, havia sido cedida por outra pessoa. Para o MPF, esse dado indica a existência de organização coletiva na exploração ilegal de minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas proximidades do garimpo, os agentes encontraram tambores de combustível vazios, considerados indícios da estrutura logística utilizada na atividade ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na denúncia, o MPF solicita a condenação do acusado e o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 10 mil, com destinação ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão também se posicionou contra a celebração de acordo de não persecução penal, argumentando que a prática reiterada da atividade e a gravidade dos fatos impedem a concessão do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF destacou ainda que o garimpo ilegal em terras indígenas na Amazônia tem gerado uma crise de grandes proporções, com repercussões no cenário internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como referência, o órgão menciona decisões da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que determinaram medidas de proteção aos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, vinculado à Procuradoria da República no Amazonas, responsável por atuar no combate à mineração ilegal nos estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.</p>
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		<title>STF deve validar acordo para repasse de R$ 115 milhões a Roraima por despesas com migração venezuelana</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/stf-deve-validar-acordo-para-repasse-de-r-115-milhoes-a-roraima-por-despesas-com-migracao-venezuelana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[PGE-RR]]></category>
		<category><![CDATA[ressarcimento]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[sistema prisional]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deve homologar, nos próximos dias, o acordo firmado entre a União e Roraima que prevê o repasse de R$ 115 milhões como compensação por despesas causadas pela migração venezuelana. A sinalização foi feita pelo ministro Luiz Fux durante audiência realizada nesta quarta-feira (22), com a presença do governador Edilson Damião [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) deve homologar, nos próximos dias, o acordo firmado entre a União e Roraima que prevê o <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/acordo-preve-repasse-de-r-115-milhoes-a-roraima-por-despesas-com-imigracao-venezuelana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>repasse de R$ 115 milhões como compensação por despesas causadas pela migração venezuelana</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sinalização foi feita pelo ministro Luiz Fux durante audiência realizada nesta quarta-feira (22), com a presença do governador Edilson Damião (União Brasil), do procurador-geral Tyrone Mourão e do deputado Stélio Dener (Republicanos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento já foi formalizado e depende apenas da validação judicial para produzir efeitos jurídicos plenos, o que deve encerrar um litígio federativo em andamento há anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi levada ao STF pelo governo estadual, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RR), que apontou a necessidade de recomposição financeira diante da pressão sobre os serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos previstos são destinados a compensar impactos diretos da migração em áreas essenciais e devem contribuir para a continuidade dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a audiência, o governador comentou a posição do relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ministro Luiz Fux se mostrou favorável ao pleito apresentado pelo estado e indicou celeridade na homologação do acordo. É um passo importante para garantir o ressarcimento de recursos que serão investidos em áreas essenciais, com impacto direto na população”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-geral também destacou o avanço jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O posicionamento do ministro indica a conformidade jurídica do acordo e aponta para sua homologação. É um avanço significativo que tende a converter a pretensão do estado em obrigação reconhecida. Isso tem efeitos concretos sobre a capacidade fiscal e a continuidade das políticas públicas em Roraima”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divisão dos recursos prevê R$ 36 milhões para saúde, R$ 10 milhões para educação, R$ 63 milhões para segurança pública e R$ 6 milhões para o sistema prisional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os valores serão depositados em contas específicas e terão acompanhamento de órgãos como Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Contas do Estado (TCE-RR) e Ministérios Públicos.</p>
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		<item>
		<title>Com adesão de Roraima, subsídio ao diesel prevê auxílio de R$ 1,20 por litro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/com-adesao-de-roraima-subsidio-ao-diesel-preve-auxilio-de-r-120-por-litro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 16:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[FPE]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[LRF]]></category>
		<category><![CDATA[medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[subsídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima está entre os estados que aderiram à proposta do governo federal para reduzir o preço do diesel por meio de um subsídio de R$ 1,20 por litro. O valor será dividido igualmente entre a União e os estados. A medida tem caráter temporário e deve vigorar por até dois meses. A proposta foi apresentada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima está entre os estados que aderiram à proposta do governo federal para reduzir o preço do diesel por meio de um subsídio de R$ 1,20 por litro. O valor será dividido igualmente entre a União e os estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida tem caráter temporário e deve vigorar por até dois meses. A proposta foi apresentada em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Fazenda, o modelo prevê que a União arque inicialmente com o pagamento integral da subvenção aos importadores de diesel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, o valor correspondente à participação das unidades da Federação será descontado do Fundo de Participação dos Estados (FPE), mecanismo de transferência constitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda estimada de arrecadação para os estados é de aproximadamente R$ 1,5 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse formato, não será necessário zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como previa a proposta inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de concentrar o pagamento na União foi adotada após avaliação técnica que identificou riscos de dificuldade na formação de preços caso cada estado fosse responsável por sua parte do subsídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A importação de diesel, embora abasteça todo o país, está concentrada em poucos estados, com destaque para o Maranhão. O destino do combustível só é definido após a comercialização pelas distribuidoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um técnico do governo, a adesão parcial dos estados poderia comprometer a execução do modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao assumir o custo inicial e recuperar posteriormente metade do valor, a equipe econômica busca evitar o chamado risco moral, no qual estados poderiam se beneficiar sem contribuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda desafios operacionais. O sistema Scanc não diferencia o diesel importado do doméstico, o que dificulta a aplicação do subsídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução proposta é calcular o desconto com base na participação de cada estado no consumo de diesel, medida pelo histórico de arrecadação de ICMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo considera o modelo de subvenção o mais eficiente diante das limitações legais para reduzir ICMS apenas sobre o diesel importado e das exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Roraima, outros 20 estados aderiram à proposta, que ainda será formalizada por medida provisória (MP).</p>
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		<item>
		<title>Justiça mantém multa de R$ 30 mil contra Funai por descumprimento de plano para indígenas Warao e E’ñepá</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-mantem-multa-de-r-30-mil-contra-funai-por-descumprimento-de-plano-para-indigenas-warao-e-enepa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[E’ñepá]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<category><![CDATA[operação acolhida]]></category>
		<category><![CDATA[pacaraima]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>
		<category><![CDATA[Warao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção de uma multa mensal de R$ 30 mil contra a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em decisão unânime relacionada à assistência a indígenas venezuelanos em Roraima. A medida foi tomada após novo pedido do Ministério Público Federal (MPF). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A manutenção de uma multa mensal de R$ 30 mil contra a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em decisão unânime relacionada à assistência a indígenas venezuelanos em Roraima. A medida foi tomada após novo pedido do Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo trata do descumprimento de um plano de ação voltado aos povos Warao e E’ñepá, que vivem no estado em decorrência da migração venezuelana. O acórdão rejeitou recurso da Funai e manteve as determinações judiciais já estabelecidas em decisões anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigação de elaborar e executar o plano foi fixada inicialmente em sentença publicada em 2021, no âmbito de ação ajuizada pelo MPF. A decisão determinou que União e Funai adotassem medidas concretas para garantir assistência adequada às comunidades indígenas migrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, diante da ausência de cumprimento, a Justiça estabeleceu multa mensal de R$ 30 mil para cada um dos órgãos federais. A penalidade foi mantida no ano seguinte, em 2023, após a rejeição de recursos apresentados pelas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova decisão do TRF1, reforça-se o entendimento de que as medidas devem ser implementadas de forma imediata, sem novos adiamentos. O tribunal considerou que a persistência da omissão compromete a proteção das comunidades afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o MPF, a omissão do poder público ocorre desde o início da tramitação do processo e permanece mesmo com o agravamento da crise migratória em Roraima. O órgão aponta que a Funai demorou a assumir a gestão da política indigenista para povos não nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança de posicionamento ocorreu apenas em 2018, quando a fundação reconheceu a obrigação de prestar assistência a indígenas em território brasileiro, independentemente de serem nacionais ou estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dignidade violada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF argumenta que a conduta dos órgãos federais viola a dignidade da pessoa humana e desrespeita decisões judiciais. Também sustenta que a alegação de insuficiência orçamentária não pode justificar a ausência de medidas voltadas a grupos em situação de vulnerabilidade extrema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão solicitou a execução imediata das multas referentes ao período entre outubro de 2022 e março de 2023. Para o MPF, a continuidade da inércia estatal representa desrespeito à autoridade do Poder Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No parecer, o Ministério Público destaca que não há impedimento para exigir o cumprimento de obrigações de fazer por parte da Fazenda Pública. A restrição, segundo o órgão, se aplica apenas a obrigações de pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também aponta que a União dispõe de orçamento específico para a Operação Acolhida, podendo destinar recursos e pessoal para executar o plano indigenista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF chama atenção ainda para consequências práticas do descumprimento, como tentativas de remoção de comunidades entre abrigos sem consulta prévia, livre e informada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se o plano estivesse sendo cumprido, certamente a Funai estaria exercendo função de protagonismo nas mencionadas tratativas, contribuindo para a efetivação de um diálogo permanente e eficaz entre os indígenas venezuelanos e as autoridades brasileiras”, afirma o MPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de ação foi elaborado pela Funai em 2018 e prevê cinco eixos de atuação, incluindo diálogo intercultural e planejamento educacional específico. Apesar da previsão de conclusão até o fim do segundo semestre daquele ano, ele não foi implementado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele período, cerca de 1,1 mil indígenas das etnias Warao e E’ñepá estavam abrigados em Roraima, segundo levantamento da Fraternidade Internacional, principalmente em Boa Vista e Pacaraima. Para o MPF, a multa busca garantir atendimento contínuo e qualificado às comunidades.</p>
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