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	<title>violência contra mulher Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>violência contra mulher Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Com início dos 21 Dias de Ativismo, Roraima reforça ações contra violência e tráfico de mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 19:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha nacional “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” começou nesta quinta-feira (20) em Roraima com programação articulada pela Assembleia Legislativa (ALERR), que reúne ações de conscientização, atendimento e projetos voltados às mulheres em situação de vulnerabilidade. A mobilização segue até 10 de dezembro e inclui atividades conduzidas pela Secretaria [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A campanha nacional “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” começou nesta quinta-feira (20) em Roraima com programação articulada pela Assembleia Legislativa (ALERR), que reúne ações de conscientização, atendimento e projetos voltados às mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização segue até 10 de dezembro e inclui atividades conduzidas pela Secretaria Especial da Mulher (SEM) e pelo Programa de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (PDDHC). O presidente da ALERR, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), disse que o enfrentamento da violência depende de participação coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Assembleia tem trabalhado para oferecer suporte às vítimas e conscientizar a população”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação estadual ampliou, por meio da Lei nº 1.937/2024, o alcance da campanha, que passa a integrar o combate ao racismo e outras datas que impactam diretamente a vida das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima lidera o ranking nacional de homicídios de mulheres segundo o Atlas da Violência 2025 (base 2023). O índice de 10,4 mortes por 100 mil habitantes evidencia o risco elevado, especialmente dentro de casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SEM mantém atendimento psicológico, social e jurídico, além de grupos terapêuticos e cursos de defesa pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Chame está nas escolas, em panfletagens e parcerias com órgãos. Buscamos orientar ainda mais nesse período”, disse Marcilene Melo, psicóloga da secretaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PDDHC trabalha principalmente com prevenção ao tráfico humano. O programa atua em escolas e em municípios que funcionam como rota de entrada e saída do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde 2017, orientamos mulheres e meninas para garantir direitos humanos”, afirmou o representante Glauber Batista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ALERR também aprovou leis que tratam da proteção feminina, como normas para prevenir violência no ambiente escolar (Lei nº 2.053/2024), ações de segurança em hotéis e pousadas (Lei nº 2.038/2024) e campanhas educativas em eventos financiados pelo governo (Lei nº 1.993/2024).</p>
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		<title>Solicitações de medida protetiva em Boa Vista chegam a 53 em apenas 4 dias, destaca defensora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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		<category><![CDATA[fórum brasileiro de segurança pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Poder Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em apenas 4 dias, 53 mulheres sobreviventes de violência doméstica solicitaram medidas protetivas em Boa Vista. Os números compreendem o período entre sexta (22) e segunda-feira (25), e foram extraídos do Processo Judicial Digital (Projudi), sistema usado pelo Poder Judiciário em Roraima. Conforme a defensora pública Terezinha Muniz, titular da Defensoria Especializada de Promoção e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em apenas 4 dias, 53 mulheres sobreviventes de violência doméstica solicitaram medidas protetivas em Boa Vista. Os números compreendem o período entre sexta (22) e segunda-feira (25), e foram extraídos do Processo Judicial Digital (Projudi), sistema usado pelo Poder Judiciário em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a defensora pública Terezinha Muniz, titular da Defensoria Especializada de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, esses dados são acompanhados diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando falamos de números, talvez para algumas pessoas eles não pareçam alarmantes, mas, para nós, que trabalhamos com o atendimento de mulheres em situação de violência, são preocupantes,” disse a defensora, ao destacar que somente na segunda-feira foram feitos 19 pedidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate e prevenção à violência doméstica e sexual é o foco da campanha mundial “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas”, apoiada por órgãos integrantes da rede de atendimento e proteção à mulher. A Defensoria Pública de Roraima (DPE-RR) faz parte do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada em 20 de novembro, em Roraima, a campanha tem as atividades promovidas pela Coordenação Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres e pela Casa da Mulher Brasileira, que inclui órgãos do sistema de Justiça, segurança, saúde, educação e assistência social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defensora destaca ainda que Roraima está entre os estados com maiores índices de violência sexual contra mulheres e meninas no Brasil, como aponta o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Casos de agressão física e sexual envolvendo crianças, adolescentes e idosas são recorrentes, refletindo a gravidade da situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos consciência de que é um trabalho muito desgastante na medida em que a gente se depara diariamente com os demais diversos tipos de mulheres agredidas. A violência doméstica ocorre só na periferia? Não. Violência doméstica acontece em todos os lares e atinge mulheres e meninas de todas as idades,” enfatizou a defensora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações dos “21 Dias de Ativismo” incluem palestras, capacitações e orientações ao público sobre formas de prevenção e denúncia. A campanha visa não apenas educar a sociedade, mas também reforçar os direitos e o acolhimento das vítimas. A programação acontece tanto na capital como no interior.</p>
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		<title>Marco na defesa das mulheres, Lei Maria da Penha completa 18 anos; veja cinco direitos garantidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei Maria da Penha completa 18 anos de vigência nesta quarta-feira (7). A norma regulamenta casos específicos de violência doméstica e familiar contra a mulher e é um marco na legislação sobre o tema. A lei leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu maus-tratos, agressões físicas e morais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Lei Maria da Penha completa 18 anos de vigência nesta quarta-feira (7). A norma regulamenta casos específicos de violência doméstica e familiar contra a mulher e é um marco na legislação sobre o tema. A lei leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu maus-tratos, agressões físicas e morais e duas tentativas de homicídio cometidas pelo pai de suas filhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), a Maria da Penha foi declarada constitucional em 9 de fevereiro de 2012, por meio da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 19. Com isso, foi assegurada uma interpretação judicial uniforme a partes da lei que criaram formas de coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, com o objetivo de impedir diferenças na interpretação da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade&nbsp;(ADI) 4424, também finalizado em 2012, o STF declarou a possibilidade de o Ministério Público (MP) dar início à ação penal sem necessidade de representação da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, a Corte Suprema foi provocada a se pronunciar sobre diversos pontos da Lei Maria da Penha. Nessas ocasiões, tomou decisões no sentido de assegurar o direito das mulheres e de suas famílias, formando jurisprudência sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão mais recente do Supremo sobre o assunto foi em 2023. Ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade&nbsp;(ADI) 7267, a Corte decidiu que o juiz não pode, sem pedido da vítima, marcar audiência para que ela desista de processar o agressor nos crimes de violência contra mulher em que a ação penal seja condicionada à sua manifestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras importantes decisões do STF sobre o tema foram, por exemplo, o julgamento do Recurso Extraordinário&nbsp;(RE) 1308883, no qual o tribunal reconheceu a constitucionalidade de lei do município de Valinhos (SP) que impede a administração pública de nomear pessoas condenadas pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) para cargos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro exemplo é o entendimento que proibiu o uso da tese de “legítima defesa da honra” em crimes de feminicídio, definido no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental&nbsp;(ADPF) 779.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Sociedade mais justa e igualitária’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora ainda haja muito a ser feito para erradicar a violência contra as mulheres, a Lei Maria da Penha é um importante passo na direção de uma sociedade mais justa e igualitária”, diz Mayra Cardozo, sócia da Martins Cardozo Advogados e advogada especialista em Direitos Humanos e Penal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça cinco direitos garantidos pela Lei Maria da Penha:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Proteção contra violência física, psicológica, sexual e patrimonial</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Maria da Penha assegura às mulheres vítimas de violência doméstica o direito à proteção contra qualquer forma de violência, seja física, psicológica, sexual ou patrimonial. Isso significa que o agressor pode ser afastado do lar e a vítima pode receber assistência para garantir sua segurança e bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Medidas protetivas de urgência</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei prevê a concessão de medidas protetivas de urgência para assegurar a proteção imediata da mulher, o que pode incluir o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e a restrição de aproximação, visando garantir a sua segurança enquanto o processo judicial é conduzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Assistência social e psicológica</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Maria da Penha garante que as mulheres vítimas de violência tenham acesso a serviços de assistência social e psicológica. Entre eles, está o apoio emocional e psicológico para ajudar na recuperação dos traumas, bem como suporte para a reintegração social e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Atendimento policial especializado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei estabelece que as vítimas de violência sejam acolhidas por delegacias especializadas em atendimento à mulher. Os profissionais desses órgãos são treinados para lidar com questões de violência doméstica de maneira sensível e eficiente, garantindo que elas recebam o tratamento adequado e suas denúncias sejam tratadas com a devida seriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Direito à justiça e acesso à informação</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Maria da Penha assegura que as vítimas de violência tenham acesso a informações sobre seus direitos e os procedimentos legais. Além disso, garante o direito a um processo judicial que busque a responsabilização dos agressores e a proteção contínua das vítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do STF e do Portal Terra</em></strong></p>
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