A Bacia do Tacutu poderá integrar um dos leilões de exploração e produção marcados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) para 7 de outubro. A inclusão da área dependerá da manifestação de interesse de empresas até 31 de agosto.
A rodada reúne 275 blocos localizados fora do pré-sal. Paralelamente, a ANP realizará outro leilão com 13 áreas do pré-sal, conforme as regras específicas desse modelo de exploração.
Situada na fronteira entre Roraima e a Guiana, a Bacia do Tacutu ocupa aproximadamente 12,5 mil quilômetros quadrados. A Petrobras chegou a pesquisar a região no início dos anos 1980, mas abandonou as atividades após quatro perfurações sem identificar petróleo.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a oferta da área em dezembro do ano passado.
A proposta gerou manifestações contrárias de entidades ambientalistas. Segundo o Instituto Arayara, os blocos possuem áreas de influência sobre as terras indígenas Jabuti, Bom Jesus, Canauanim, Serra da Moça e São Marcos. A ANP sustenta que a configuração dos blocos foi definida para evitar sobreposições.
Com informações da Folha de S. Paulo



