<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>malária Archives - FatoRR Notícias</title>
	<atom:link href="https://fatorrnoticias.com.br/tag/malaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://fatorrnoticias.com.br/tag/malaria/</link>
	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Mar 2026 17:10:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Captura-de-Tela-2022-06-21-às-23.45.28-1-32x32.png</url>
	<title>malária Archives - FatoRR Notícias</title>
	<link>https://fatorrnoticias.com.br/tag/malaria/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>SUS inicia tratamento inédito contra malária em crianças Yanomami com novo medicamento</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/sus-inicia-tratamento-inedito-contra-malaria-em-criancas-yanomami-com-novo-medicamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:09:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dsei]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Rio Solimões e Afluentes]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Vigilância em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sus]]></category>
		<category><![CDATA[tafenoquina]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=12944</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer um tratamento inédito contra a malária. O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para crianças com peso entre 10 kg e 35 kg. Com a medida, o Brasil se torna o primeiro país a disponibilizar o medicamento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/sus-inicia-tratamento-inedito-contra-malaria-em-criancas-yanomami-com-novo-medicamento/">SUS inicia tratamento inédito contra malária em crianças Yanomami com novo medicamento</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer um tratamento inédito contra a malária. O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para crianças com peso entre 10 kg e 35 kg.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a medida, o Brasil se torna o primeiro país a disponibilizar o medicamento nessa apresentação para o público infantil. Crianças concentram cerca de 50% dos casos de malária registrados no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrega do medicamento começou nesta semana e ocorre de forma gradual, priorizando áreas da Região Amazônica com maior incidência da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos da tafenoquina pediátrica, com investimento de R$ 970 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte desses medicamentos será destinada aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses territórios concentram cerca de metade dos casos de malária entre crianças e adolescentes de até 15 anos. O primeiro território contemplado será o Dsei Yanomami, que receberá 14.550 comprimidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, destacou que a adoção do medicamento reforça as estratégias de enfrentamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse é mais um exemplo da potência do SUS ao incorporar um medicamento com eficácia comprovada, com o objetivo de reduzir ainda mais os casos de malária no Brasil”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Batista Galvão Simão, ressaltou que ampliar o acesso ao tratamento pode reduzir significativamente a transmissão da doença nas comunidades.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/sus-inicia-tratamento-inedito-contra-malaria-em-criancas-yanomami-com-novo-medicamento/">SUS inicia tratamento inédito contra malária em crianças Yanomami com novo medicamento</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MSF conclui atuação de quase três anos em saúde na Terra Indígena Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/msf-conclui-atuacao-de-quase-tres-anos-em-saude-na-terra-indigena-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 18:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Casai-YY]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Kululu]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Sem Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[polo-base Auaris]]></category>
		<category><![CDATA[Sänoma]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Ye’Kwana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=12186</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após quase três anos de trabalho, o Médicos Sem Fronteiras (MSF) encerrou suas atividades na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. O projeto incluiu atendimento médico geral, combate à malária, ações de saúde mental, educação em saúde e melhorias na infraestrutura local, com integração entre práticas tradicionais e atendimento moderno. No polo-base de Auaris, moradores [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/msf-conclui-atuacao-de-quase-tres-anos-em-saude-na-terra-indigena-yanomami/">MSF conclui atuação de quase três anos em saúde na Terra Indígena Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após quase três anos de trabalho, o Médicos Sem Fronteiras (MSF) encerrou suas atividades na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. O projeto incluiu atendimento médico geral, combate à malária, ações de saúde mental, educação em saúde e melhorias na infraestrutura local, com integração entre práticas tradicionais e atendimento moderno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No polo-base de Auaris, moradores perceberam mudanças nas instalações: redes serviam de leito, placas estavam em português, Sänoma e Ye’kwana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agora os cuidados de saúde são de forma integrada, Sanöma e serenabi juntos. Pajé e doutor juntos. Se alguém fica muito doente, primeiro faz xapori [ritual de cura], depois leva para o posto”, explicou Miro Sanöma, da Comunidade Kululu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A TIY, maior território indígena do país, abriga mais de 30 mil pessoas. A reforma das unidades de saúde é um dos legados do MSF, que começou a atuar em maio de 2023, pouco depois da decretação da emergência sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando cheguei, havia uma média de um paciente grave por dia, por desnutrição, malária avançada, desidratação ou acidentes com cobras. Hoje quase não atendemos casos graves”, lembra Carlos Camacho, médico da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Saúde mostram queda de 20,7% nos casos de malária entre o primeiro semestre de 2024 e 2025, de 17.952 para 14.233, e redução de mortes de dez em 2023 para três nos seis primeiros meses de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Integração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MSF também atuou na Casa de Apoio à Saúde Indígena Yanomami e Ye’Kwana (Casai-YY), em Boa Vista, oferecendo acompanhamento de pacientes, saúde mental e educação em saúde. Foram 523 consultas individuais e 5.582 atendimentos coletivos, incluindo jovens e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antropólogos e mediadores interculturais ajudaram a adaptar os cuidados, integrando saberes tradicionais e orientações médicas, promovendo conscientização sobre malária, nutrição e manejo de lixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No encerramento, o MSF treinou profissionais de saúde e membros das comunidades para garantir continuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Chegamos com conhecimento de não indígenas e aprendemos sobre curas dos xamãs. Queremos que os avanços continuem beneficiando as comunidades”, disse Damaris Giuliana, coordenadora do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MSF atua no Brasil desde os anos 1990, com histórico de resposta a epidemias, malária, surtos de cólera e apoio durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/msf-conclui-atuacao-de-quase-tres-anos-em-saude-na-terra-indigena-yanomami/">MSF conclui atuação de quase três anos em saúde na Terra Indígena Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Material para combate à malária chega a Roraima para ser usado na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/material-para-combate-a-malaria-chega-a-roraima-para-ser-usado-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 21:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casa de governo]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Operacional Conjunto Catrimani II]]></category>
		<category><![CDATA[Dsei-Y]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[saúde indígena]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=11781</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) transportou, do Rio de Janeiro a Boa Vista, 14 caixas de materiais essenciais para o combate e diagnóstico da malária. Os insumos serão utilizados pelo governo federal na Terra Indígena Yanomami. A operação foi realizada pelo Comando Operacional Conjunto Catrimani II, sob coordenação da Casa de Governo em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/material-para-combate-a-malaria-chega-a-roraima-para-ser-usado-na-terra-yanomami/">Material para combate à malária chega a Roraima para ser usado na Terra Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) transportou, do Rio de Janeiro a Boa Vista, 14 caixas de materiais essenciais para o combate e diagnóstico da malária. Os insumos serão utilizados pelo governo federal na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação foi realizada pelo Comando Operacional Conjunto Catrimani II, sob coordenação da Casa de Governo em Roraima, com a aeronave KC-390 Millennium, do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os materiais estão glicerol e álcool metílico, usados nos diagnósticos laboratoriais. Após a chegada a Boa Vista, serão preparados e distribuídos conforme a necessidade das comunidades. Segundo o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), a quantidade é suficiente para 12 meses de abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador distrital de Saúde Indígena, Maurício Tomé Rocha, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse material é fundamental para o combate e prevenção da doença na região, que continua sendo uma das principais causas de mortalidade entre as comunidades Yanomami.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação reforça a integração entre ministérios, Forças Armadas e órgãos de saúde e garante a continuidade das medidas de prevenção e tratamento da malária.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/material-para-combate-a-malaria-chega-a-roraima-para-ser-usado-na-terra-yanomami/">Material para combate à malária chega a Roraima para ser usado na Terra Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Unicef aponta desnutrição grave entre crianças Yanomami e cobra reforço na assistência de saúde</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/unicef-aponta-desnutricao-grave-entre-criancas-yanomami-e-cobra-reforco-na-assistencia-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Hutukara Associação Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[infecções parasitárias]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[unicef]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=11680</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais da metade das crianças Yanomami monitoradas pelos serviços públicos em 2022 apresentava sinais de desnutrição. Entre as 4.245 crianças acompanhadas pelo serviço de Vigilância Alimentar e Nutricional, 2.402 estavam com peso abaixo do ideal. Os dados constam no relatório divulgado pelo Unicef em parceria com a Hutukara Associação Yanomami, que aponta a desnutrição como [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/unicef-aponta-desnutricao-grave-entre-criancas-yanomami-e-cobra-reforco-na-assistencia-de-saude/">Unicef aponta desnutrição grave entre crianças Yanomami e cobra reforço na assistência de saúde</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade das crianças Yanomami monitoradas pelos serviços públicos em 2022 apresentava sinais de desnutrição. Entre as 4.245 crianças acompanhadas pelo serviço de Vigilância Alimentar e Nutricional, 2.402 estavam com peso abaixo do ideal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados constam no relatório divulgado pelo Unicef em parceria com a Hutukara Associação Yanomami, que aponta a desnutrição como um dos principais fatores de mortalidade infantil nas comunidades indígenas de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação é agravada pela presença do garimpo ilegal, que impacta diretamente a produção de alimentos, dificulta a caça, destrói roças e contamina recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Onde tem garimpo, tem malária, e quem está doente não consegue caçar ou plantar. Isso leva à fome”, explica a antropóloga Ana Maria Machado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A malária, sozinha, matou 47 crianças Yanomami entre 2019 e 2022. O número de casos em menores de cinco anos nesse período ultrapassou os 21 mil. Além disso, 187 crianças morreram de doenças respiratórias, muitas delas preveníveis com vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobertura vacinal entre os Yanomami caiu de 82% em 2018 para apenas 53% em 2022, devido à desmobilização das equipes de saúde durante o período de maior avanço do garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório reforça que, apesar de ações emergenciais adotadas desde 2023, como a reabertura de unidades de saúde e o aumento de profissionais no território, os desafios ainda são grandes e exigem resposta coordenada e contínua.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/unicef-aponta-desnutricao-grave-entre-criancas-yanomami-e-cobra-reforco-na-assistencia-de-saude/">Unicef aponta desnutrição grave entre crianças Yanomami e cobra reforço na assistência de saúde</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em dez anos, Brasil registra quase três mil mortes de indígenas Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/em-dez-anos-brasil-registra-quase-tres-mil-mortes-de-indigenas-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição grave]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Acesso à Informação]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[UBSI]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=11446</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quase três mil indígenas Yanomami morreram entre 2015 e 2024 no Brasil, e a maioria das vítimas era formada por crianças de até quatro anos. Os dados do Ministério da Saúde apontam que 1.491 dos 2.918 óbitos ocorreram nessa faixa etária, com destaque para os 1.071 bebês que morreram antes de completar um ano de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/em-dez-anos-brasil-registra-quase-tres-mil-mortes-de-indigenas-yanomami/">Em dez anos, Brasil registra quase três mil mortes de indígenas Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quase três mil indígenas Yanomami morreram entre 2015 e 2024 no Brasil, e a maioria das vítimas era formada por crianças de até quatro anos. Os dados do Ministério da Saúde apontam que 1.491 dos 2.918 óbitos ocorreram nessa faixa etária, com destaque para os 1.071 bebês que morreram antes de completar um ano de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais causas das mortes foram pneumonia não especificada (372 registros), desnutrição grave (251) e infecções comuns em ambientes com precariedade sanitária. Também há registros de mortes por agressão e disparo de arma de fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior número de mortes ocorreu em 2023, com 428 registros. A situação levou o governo federal a decretar emergência de saúde pública e implementar uma força-tarefa para levar atendimento médico, reabrir unidades básicas de saúde e reforçar campanhas de vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, 37 polos-base e 40 unidades básica de saúde (UBSIs) estão em funcionamento atualmente, e o número de profissionais na região aumentou de 690 em 2023 para 1.855 em 2025. Desde então, houve uma queda de 21% nos óbitos em 2024 e de 33% no primeiro semestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/em-dez-anos-brasil-registra-quase-tres-mil-mortes-de-indigenas-yanomami/">Em dez anos, Brasil registra quase três mil mortes de indígenas Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roraima tem redução de 39% nos casos de malária e ações de combate ganham reforço com Frente Parlamentar</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-reducao-de-39-nos-casos-de-malaria-e-acoes-de-combate-ganham-reforco-com-frente-parlamentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[FPEMA]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODSs]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[opas]]></category>
		<category><![CDATA[tafenoquina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=10213</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde e o Congresso Nacional lançaram nesta semana, em Brasília (DF), a Frente Parlamentar pela Malária (FPEMA), que vai atuar em parceria para eliminar a doença no Brasil até 2035. Os números mostram avanço no combate. Entre janeiro e abril de 2025, o Brasil registrou 34 mil casos — 25% a menos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-reducao-de-39-nos-casos-de-malaria-e-acoes-de-combate-ganham-reforco-com-frente-parlamentar/">Roraima tem redução de 39% nos casos de malária e ações de combate ganham reforço com Frente Parlamentar</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde e o Congresso Nacional lançaram nesta semana, em Brasília (DF), a Frente Parlamentar pela Malária (FPEMA), que vai atuar em parceria para eliminar a doença no Brasil até 2035.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram avanço no combate. Entre janeiro e abril de 2025, o Brasil registrou 34 mil casos — 25% a menos que os 45 mil do mesmo período de 2024. Em Roraima, a redução foi de 39%, caindo de 11.701 para 7.126 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho tem duas etapas: a primeira até 2026, com foco em 16 municípios prioritários. A partir de 2030, as ações se expandem para 32 cidades, com estratégias de diagnóstico, controle do vetor e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro Alexandre Padilha, o governo investiu R$ 47 milhões nos anos de 2024 e 2025 para fortalecer o combate, que inclui o uso de novos medicamentos, capacitação em entomologia e ampliação dos testes rápidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa faz parte do programa Brasil Saudável, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Organização das Nações Unidas (ONU) e à estratégia da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para eliminar doenças nas Américas.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-reducao-de-39-nos-casos-de-malaria-e-acoes-de-combate-ganham-reforco-com-frente-parlamentar/">Roraima tem redução de 39% nos casos de malária e ações de combate ganham reforço com Frente Parlamentar</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde aponta redução de 21% no número de mortes no território Yanomami em 2024</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-da-saude-aponta-reducao-de-21-no-numero-de-mortes-no-territorio-yanomami-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 22:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ajarani]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Hakoma]]></category>
		<category><![CDATA[Haxiú]]></category>
		<category><![CDATA[Homoxi]]></category>
		<category><![CDATA[Kayanaú]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Palimiú]]></category>
		<category><![CDATA[saúde indígena]]></category>
		<category><![CDATA[território Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Xitei]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=9675</guid>

					<description><![CDATA[<p>O número de mortes na população Yanomami teve uma redução de 21% entre 2023 e 2024, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (5).&#160;Em 2023, foram 428 mortes e, no ano passado, o número passou para 337.&#160; As mortes por infecções respiratórias agudas caíram 47%; por malária, 42%; e por desnutrição, 20%.&#160; Segundo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-da-saude-aponta-reducao-de-21-no-numero-de-mortes-no-territorio-yanomami-em-2024/">Ministério da Saúde aponta redução de 21% no número de mortes no território Yanomami em 2024</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O número de mortes na população Yanomami teve uma redução de 21% entre 2023 e 2024, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (5).&nbsp;Em 2023, foram 428 mortes e, no ano passado, o número passou para 337.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mortes por infecções respiratórias agudas caíram 47%; por malária, 42%; e por desnutrição, 20%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Informe 7 do Centro de Operações de Emergências (COE), os óbitos evitáveis passaram de 179 em 2023 para 132 em 2024, representando uma redução de 26%. Já os não evitáveis diminuíram de 249 para 205, correspondendo a uma queda de 17,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ministério, os números são resultado da maior presença de profissionais de saúde e do investimento em infraestrutura e qualificação do atendimento pelo governo federal.&nbsp;O número de profissionais atuando na região passou de 690 no início de 2023 para 1.781, um aumento de 158%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A ação conjunta de todo o governo federal garantiu o combate necessário e permitiu que os profissionais de saúde pudessem entrar em aldeias e cuidar da população. Mais que dobrou o número de profissionais de saúde dentro do território”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi registrado um aumento de 65% de doses aplicadas com as vacinas de rotina&nbsp;recomendadas durante a&nbsp;Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional Yanomami. Foram aplicadas 53.477 doses em 2024 contra 32.352 em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desnutrição&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A desnutrição grave, caracterizada por muito baixo peso para idade, de crianças menores de cinco anos, reduziu de 24,2% em 2023 para 19,2% em 2024.&nbsp;Segundo o Ministério da Saúde, o número de crianças com baixo peso aumentou ligeiramente, o que indica melhora no estado nutricional dessa população com aumento do percentual de crianças com peso adequado e redução de crianças com muito baixo peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 50% das crianças Yanomami estão no peso ideal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A recuperação nutricional em crianças é um processo mais lento e complexo, principalmente nos casos mais graves, podendo levar anos até a normalização e o fortalecimento do sistema imunológico”, avalia o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da emergência no território Yanomami, o Ministério da Saúde reabriu sete polos-base que haviam sido fechados por falta de garantia de segurança às equipes de saúde devido à presença do garimpo.&nbsp;Até abril de 2024, todas as unidades foram reabertas, permitindo o acesso à saúde de 5.224 indígenas nos polos-base de Kayanaú, Homoxi, Hakoma, Ajaraní, Haxiú, Xitei e Palimiú.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-da-saude-aponta-reducao-de-21-no-numero-de-mortes-no-territorio-yanomami-em-2024/">Ministério da Saúde aponta redução de 21% no número de mortes no território Yanomami em 2024</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roraima registra redução de 45,2% dos casos de malária no primeiro trimestre de 2025</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-reducao-de-452-dos-casos-de-malaria-no-primeiro-trimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 16:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[CGVS]]></category>
		<category><![CDATA[Conitec]]></category>
		<category><![CDATA[dsei]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mucajaí]]></category>
		<category><![CDATA[Sesau]]></category>
		<category><![CDATA[uiramutã]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=9563</guid>

					<description><![CDATA[<p>Roraima&#160;registrou uma redução de 45,2% nos casos de&#160;malária&#160;entre janeiro e março de 2025, (4.795 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (8.749). Em âmbito nacional, a incidência da doença diminuiu 26,8%, passando de 34.807 registros em 2024 para 25.473 em 2025.&#160; O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-reducao-de-452-dos-casos-de-malaria-no-primeiro-trimestre-de-2025/">Roraima registra redução de 45,2% dos casos de malária no primeiro trimestre de 2025</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Roraima&nbsp;registrou uma redução de 45,2% nos casos de&nbsp;malária&nbsp;entre janeiro e março de 2025, (4.795 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (8.749). Em âmbito nacional, a incidência da doença diminuiu 26,8%, passando de 34.807 registros em 2024 para 25.473 em 2025.&nbsp; O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com 43 mortes notificadas, frente às 63 registradas em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a malária ser uma realidade global, com 247 milhões de casos e mais de 619 mil mortes no mundo, o foco do combate à doença no Brasil está concentrado nos estados da Amazônia Legal, onde ocorrem 99% dos casos. Roraima está entre as três unidades da Federação com maior carga da doença, ao lado do Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos esse desafio de eliminar a malária do&nbsp;Plasmodium falciparum&nbsp;até 2030 e do&nbsp;Plasmodium vivax, até 2035. E, para isso, nós temos trabalhado de maneira bem intensificada, no sentido de trabalhar de forma organizada para que consigamos atingir essas metas”, destacou o gerente do Núcleo de Controle da Malária da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), Gerson Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a abril de 2025, o município de Uiramutã apresentou o maior aumento de casos, saltando de 15 registros em 2024 para 149 este ano. Já Mucajaí registrou o maior avanço no controle da doença, reduzindo de 409 para apenas 44 casos no mesmo período. A maior parte das notificações são concentradas em áreas indígenas, especialmente no território Yanomami, que responde por mais de 80% dos casos registrados no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de casos nessa região foi possível graças à desintrusão dos garimpeiros ilegais, o que permitiu maior acesso das equipes de saúde e atuação contínua das forças locais e federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com a desintrusão dos garimpeiros, que diminuiu mais de 90%, em 2022 foram 13 mil casos, hoje não chega nem a 100 na área Yanomami. E com a implantação da tafenoquina em maio, esperamos que diminua ainda mais os casos. Antes era um tratamento de sete dias e agora será em um dia, não haverá recaídas, que é a proposta do medicamento novo”, ressaltou Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima também segue com capacitações técnicas contínuas, como oficinas de controle vetorial e treinamentos para uso de novos protocolos. A atuação do Estado envolve uma estrutura tripartite, com responsabilidades compartilhadas entre a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), os municípios e os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamento inovador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso compromisso é zerar os óbitos por malária e buscar a eliminação da doença. Estamos introduzindo cada vez mais tecnologias eficazes: o melhor tratamento disponível, o uso ampliado de testes rápidos e a adoção da tafenoquina — que já é uma realidade no Brasil. Treinamos quase três mil profissionais, tratamos mais de sete mil pessoas, e a meta é ampliar o acesso em todo o país até 2026”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento inovador de dose única é para a cura da malária por Plasmodium vivax, responsável por 80,3% dos casos em 2024. O tratamento reduz os casos graves e a mortalidade da doença. O medicamento já foi implementado em 49 municípios, de 6 estados – Amazonas,&nbsp;Roraima, Pará, Rondônia, Amapá e Acre &#8211; e 9 Distritos Sanitários Indígenas (Dsei). Em maio, ação será implantada na região extra-amazônica e, em junho, em duas áreas do Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão pediátrica da tafenoquina está em processo de incorporação, com parecer favorável na avaliação inicial da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A recomendação inicial vai à consulta pública nos próximos dias e retorna para a análise final da comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de casos em áreas especiais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do Ministério da Saúde ainda apontam redução no número de casos de três das cinco áreas especiais de vigilância em 2024, como 27,5% em área de garimpo e 11% em área de assentamento. A separação por áreas é uma estratégia de acompanhamento dos casos, uma vez que a malária é uma doença determinada socialmente, ou seja, que afeta mais pessoas em áreas de maior vulnerabilidade social &#8211; 99% estão concentrados na Região Amazônica, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia,&nbsp;Roraima&nbsp;e Tocantins.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à vigilância epidemiológica, o ministro chamou atenção para a malária também fora da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora o número de casos seja menor fora da região, a letalidade é mais alta. Por isso, vamos implementar um sistema de vigilância específico para os estados com registros fora da Amazônia. É preciso criar alertas e ações direcionadas para esses territórios.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, em 2024, foram registrados 138.493 casos locais, número menor que 2023 (140.264). Além disso, o país reduziu a quantidade de municípios com transmissão ativa da doença, passando de 321 em 2016 para 211 em 2024. Os resultados são reflexo das ações contínuas e estratégicas do Ministério da Saúde para a eliminação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investimentos e ações estratégicas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2024 e 2025, a pasta investiu R$ 9,9 milhões em insumos para controle vetorial, R$ 5,8 milhões em medicamentos e testes G6PD e R$ 1,7 milhão para testes de diagnóstico rápido (TDR) da malária. O uso de testes rápidos para a doença cresceu 90% em 2024, com aumento de 65% na aquisição de insumos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre Padilha reforçou, ainda, o papel da Fiocruz na produção de medicamentos essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer à Fiocruz pela decisão de produzir, junto ao Ministério da Saúde, a combinação de artesunato com mefloquina, que é um dos tratamentos para a malária grave. Com isso, garantimos o fornecimento contínuo e seguro de medicamentos de alta qualidade para todo o país”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição de mosquiteiro impregnado de longa duração (MILDS), que não era adquirido desde 2019, foi outra ação estratégica destacada pelo ministro. Foram distribuídas 300 mil redes e 100 mil camas, atendendo 100% dos estados da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde das áreas de risco também passaram por cursos de capacitação e contam com o Projeto Apoiadores Municipais para prevenção, controle e eliminação de malária. Com 30 pessoas atuando diretamente nos municípios que concentram 80% da carga da doença, o projeto tem fortalecido a resposta local, apoiando gestões municipais em ações de vigilância, diagnóstico, tratamento e prevenção da malária.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-reducao-de-452-dos-casos-de-malaria-no-primeiro-trimestre-de-2025/">Roraima registra redução de 45,2% dos casos de malária no primeiro trimestre de 2025</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comissão de Direitos Humanos do Senado vai avaliar in loco piora da saúde do povo Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comissao-de-direitos-humanos-do-senado-vai-avaliar-in-loco-piora-da-saude-do-povo-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[CDH]]></category>
		<category><![CDATA[diligências]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal; Senado]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[oim]]></category>
		<category><![CDATA[operação acolhida]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=9105</guid>

					<description><![CDATA[<p>O aumento dos casos de malária e desnutrição infantil em território Yanomami será avaliado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. O requerimento da presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovado na quarta-feira (19). O objetivo é fazer diligências&#160;nas terras do povo Yanomami, em Roraima. Damares informou que no ano passado mais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/comissao-de-direitos-humanos-do-senado-vai-avaliar-in-loco-piora-da-saude-do-povo-yanomami/">Comissão de Direitos Humanos do Senado vai avaliar in loco piora da saúde do povo Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O aumento dos casos de malária e desnutrição infantil em território Yanomami será avaliado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. O requerimento da presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovado na quarta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é fazer diligências&nbsp;nas terras do povo Yanomami, em Roraima. Damares informou que no ano passado mais de 33 mil casos de malária foram registrados na área, com aumento de 10% em relação a 2023, conforme dados do Ministério da Saúde. A data ainda será agendada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da CDH lembrou que, em 20 de julho de 2023, uma organização Yanomami solicitou ao presidente do Senado Federal e à própria CDH providências imediatas em razão da desassistência e ineficiência das ações do governo federal, que têm causado a morte de inúmeras crianças. No entanto, os pedidos nunca foram apreciados, segundo&nbsp;a senadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma sessão deliberativa, outro requerimento de Damares aprovado prevê&nbsp;a realização de uma visita técnica de parlamentares a Pacaraima, no norte de Roraima, para acompanhar os trabalhos da Operação Acolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo norte-americano anunciou a suspensão,&nbsp;por 90 dias, do repasse de recursos para a Organização Internacional para as Migrações (OIM), com impacto previsível&nbsp;no atendimento aos imigrantes venezuelanos. Dados coletados pela imigração registram que entre 500 e 700 refugiados chegam diariamente ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os membros da comissão serão convidados, além dos senadores do Estado. Haverá duas diligências em Roraima: uma para a área Yanomami e uma para a Operação Acolhida. Nós vamos informar com antecedência a data de todas elas”, informou Damares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Senado</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/comissao-de-direitos-humanos-do-senado-vai-avaliar-in-loco-piora-da-saude-do-povo-yanomami/">Comissão de Direitos Humanos do Senado vai avaliar in loco piora da saúde do povo Yanomami</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terra Yanomami: alta de malária após dois anos de governo Lula expõe novo gargalo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/terra-yanomami-alta-de-malaria-apos-dois-anos-de-governo-lula-expoe-novo-gargalo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 18:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Apib]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[infecção respiratória]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sesai]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=8583</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar da redução de mortes na Terra Yanomami, a malária e a desnutrição estão longe de ser extintas, e os casos de infecção respiratória aguda tiveram alta, mesmo após dois anos de operação do governo Lula (PT) contra o garimpo ilegal. A situação aponta para um novo gargalo nas ações de proteção aos povos da região. Mesmo sem a presença maciça de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/terra-yanomami-alta-de-malaria-apos-dois-anos-de-governo-lula-expoe-novo-gargalo/">Terra Yanomami: alta de malária após dois anos de governo Lula expõe novo gargalo</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/mortes-de-indigenas-por-malaria-caem-mas-tem-pior-ano-sob-lula/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Apesar da redução de mortes na Terra Yanomami</strong></a>, a malária e a desnutrição estão longe de ser extintas, e os casos de infecção respiratória aguda tiveram alta, mesmo após dois anos de operação do governo Lula (PT) contra o garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação aponta para um novo gargalo nas ações de proteção aos povos da região. Mesmo sem a presença maciça de garimpeiros como anteriormente, as doenças seguem presentes entre os habitantes, o que exige que as ações de&nbsp;saúde&nbsp;se adaptem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado, o Ministério da Saúde afirmou que o aumento no atendimento e na testagem também eleva o número de casos, e destacou a redução de mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A precarização dos serviços e sistemas de saúde indígena até 2022 resultou em uma situação de emergência sanitária por desassistência no território indígena Yanomami&#8221;, diz o ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atual crise dos Yanomami tem origem na&nbsp;explosão do garimpo ilegal na região, impulsionado durante o governo&nbsp;Jair Bolsonaro&nbsp;(PL). A gestão passada desativou postos de atendimento e&nbsp;deixou a região em situação precária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2023, o governo Lula iniciou uma operação contra o garimpo ilegal e para recuperação do quadro sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O restabelecimento da assistência ao território a partir de 2023 permitiu suprir lacunas assistenciais, ampliar as ações de prevenção e controle de doenças e obter dados mais fidedignos sobre a situação de saúde local&#8221;, completa o ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação, logo no início do governo, reproduziu o tom da campanha eleitoral, quando Lula usou a pauta socioambiental como forma de tentar se diferenciar de Bolsonaro. Desde que o petista foi eleito, porém,&nbsp;o movimento indígena empilhou críticas&nbsp;à gestão petista e a operação no território Yanomami&nbsp;sofreu com uma série de obstáculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diminuição de casos x aumento de testes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo, entre 2023 e 2024, os casos de morte por malária diminuíram 35% e o número de testes aumentou 73%, considerando o período entre janeiro e setembro, já que a pasta não disponibiliza dados mais atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de casos de malária cresceu de cerca de 14 mil para 18 mil, mais que a metade dos 32 mil indígenas que vivem na localidade (casos de reinfecção são comuns).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo afirma que o número de profissionais atuando no território subiu 155% e o atendimento foi ampliado em 268%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, os registros de infecção respiratória aguda explodiram, subindo 272% —de 3.133 no primeiro semestre de 2023 para 11.484 no mesmo intervalo do ano seguinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O déficit nutricional entre menores de cinco anos ficou estável, enquanto as mortes por desnutrição caíram 68%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados divulgados pelo governo não cobrem todo o ano de 2024, e a falta de transparência nas informações de saúde é&nbsp;outro dos problemas da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/geral/stf-da-prazo-de-dez-dias-para-governo-lula-explicar-aumento-de-casos-de-malaria-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O panorama sanitário preocupante motivou um pedido da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) no Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> </a>para que o governo Lula explique a situação e volte a produzir informes detalhados e periódicos da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo escreve o coordenador jurídico da entidade, Mauricio Terena, o quadro aponta para a &#8220;manutenção da emergência sanitária&#8221; e &#8220;a dificuldade da atual gestão em conseguir superar esses gargalos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mudança de foco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo três agentes em campo na Terra Yanomami com os quais a reportagem&nbsp;conversou sob reserva, o aumento no número de infecções —apesar da queda de mortes— ilustra um novo obstáculo: frear a circulação da malária, vírus que entrou no território indígena levado pelo homem branco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela se espalha por mosquitos, que picam um indivíduo infectado e transmitem a doença para um próximo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os garimpeiros foram os vetores iniciais do vírus, os agentes explicam que agora os próprios indígenas passam a infecção entre si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, um dos especialistas diz que a atuação precisa mudar do combate para o controle: além de evitar casos graves da doença, é necessário impedir também os leves, para acabar com a circulação dentro das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os agentes explicam que esse processo deve demorar de seis meses a um ano, dados os desafios logísticos e falhas na proteção do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fronteira com a Venezuela, por exemplo, perpassa toda a região norte da terra indígena e é uma área em que o garimpo ainda sobrevive e na qual&nbsp;os militares são ineficazes para evitar invasores, o que também dificulta o controle da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a explosão do garimpo na região, a infestação de mosquitos chegou a tal patamar, relatam esses agentes, que se formaram enormes poços de procriação do inseto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, por mais que os invasores não estejam mais lá (estima-se que 90% já foram embora), o mosquito segue circulando e entra em contato com as comunidades que vivem ao redor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os povos do território Yanomami têm certa mobilidade. Em alguns casos, acabam se movimentando para áreas de mais difícil acesso das equipes de saúde, ou para mais perto de criadouros de mosquitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros grupos costumam sair de onde estão apenas em circunstâncias como a morte de uma liderança importante e não se mudam de local mesmo com a aldeia tomada pela infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Sesai [Secretaria de Saúde Indígena] relatou, nesse contexto, dificuldades técnicas para controlar a doença e falta de profissionais qualificados, o que exigiu capacitações e contratações de supervisores de campo&#8221;, diz a Apib em sua ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/terra-yanomami-alta-de-malaria-apos-dois-anos-de-governo-lula-expoe-novo-gargalo/">Terra Yanomami: alta de malária após dois anos de governo Lula expõe novo gargalo</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
