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	<title>UBSI Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>UBSI Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Aldeia indígena em Roraima passa a contar com UBS equipada com telemedicina</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/aldeia-indigena-em-roraima-passa-a-contar-com-ubs-equipada-com-telemedicina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores da Aldeia Milho, do povo Macuxi, passaram a contar com uma Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI), inaugurada na quinta-feira (30) em Roraima, com investimento de R$ 606 mil e capacidade de atendimento para mais de 50 pessoas. A unidade foi construída no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Leste de Roraima e passa a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Moradores da Aldeia Milho, do povo Macuxi, passaram a contar com uma Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI), inaugurada na quinta-feira (30) em Roraima, com investimento de R$ 606 mil e capacidade de atendimento para mais de 50 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade foi construída no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Leste de Roraima e passa a funcionar como referência de atenção primária à saúde na comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com classificação tipo I, a estrutura dispõe de equipamentos para exames rápidos e recursos de telemedicina, ampliando o acesso ao atendimento básico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação faz parte de um conjunto de obras voltadas à saúde indígena e ao saneamento, com investimento total de R$ 9,3 milhões, já direcionado a mais de 5 mil pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as ações, estão três Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) entregues no Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Solimões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram implantadas três UBSIs nos DSEI Médio Rio Solimões, Cuiabá e Leste de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos são oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento na área da saúde (Novo PAC Saúde), que destinou R$ 335,9 milhões para infraestrutura da saúde indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Bruno Cantarella, diretor do Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena, a estratégia envolve ampliar o acesso a serviços essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada UBSI entregue representa mais do que uma obra concluída — é a presença concreta do governo nos territórios, garantindo acesso digno à água de qualidade e contribuindo para o enfrentamento de doenças. Também assegura melhores condições de trabalho para as equipes de saúde e mais conforto para os pacientes”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o primeiro semestre de 2026, estão previstas 38 obras em 19 DSEI, com impacto estimado em cerca de 30,9 mil pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, 12 dessas obras já foram concluídas e entregues, dentro de um investimento total de R$ 48,3 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os investimentos do Novo PAC Saúde marcam uma mudança de escala na infraestrutura da saúde indígena. Estamos avançando com planejamento e respeito às especificidades locais para levar água de qualidade, saneamento e unidades de atendimento que transformam a realidade de milhares de pessoas”, completou.</p>
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		<title>Em dez anos, Brasil registra quase três mil mortes de indígenas Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/em-dez-anos-brasil-registra-quase-tres-mil-mortes-de-indigenas-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase três mil indígenas Yanomami morreram entre 2015 e 2024 no Brasil, e a maioria das vítimas era formada por crianças de até quatro anos. Os dados do Ministério da Saúde apontam que 1.491 dos 2.918 óbitos ocorreram nessa faixa etária, com destaque para os 1.071 bebês que morreram antes de completar um ano de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quase três mil indígenas Yanomami morreram entre 2015 e 2024 no Brasil, e a maioria das vítimas era formada por crianças de até quatro anos. Os dados do Ministério da Saúde apontam que 1.491 dos 2.918 óbitos ocorreram nessa faixa etária, com destaque para os 1.071 bebês que morreram antes de completar um ano de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais causas das mortes foram pneumonia não especificada (372 registros), desnutrição grave (251) e infecções comuns em ambientes com precariedade sanitária. Também há registros de mortes por agressão e disparo de arma de fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior número de mortes ocorreu em 2023, com 428 registros. A situação levou o governo federal a decretar emergência de saúde pública e implementar uma força-tarefa para levar atendimento médico, reabrir unidades básicas de saúde e reforçar campanhas de vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, 37 polos-base e 40 unidades básica de saúde (UBSIs) estão em funcionamento atualmente, e o número de profissionais na região aumentou de 690 em 2023 para 1.855 em 2025. Desde então, houve uma queda de 21% nos óbitos em 2024 e de 33% no primeiro semestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Técnico de enfermagem é morto com flechada por agente de saúde na Terra Yanomami em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agente de saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O técnico de enfermagem indígena Vilson da Silva Souza, de 27 anos, morreu no sábado (9) após ser atingido por uma flechada dentro da Terra Yanomami, na Aldeia Maraxiú, em Roraima. O responsável pelo crime seria um agente de saúde. De acordo com o UOL, ambos trabalhavam na Unidade Básica de Saúde Indígena da comunidade. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O técnico de enfermagem indígena Vilson da Silva Souza, de 27 anos, morreu no sábado (9) após ser atingido por uma flechada dentro da Terra Yanomami, na Aldeia Maraxiú, em Roraima. O responsável pelo crime seria um agente de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o UOL, ambos trabalhavam na Unidade Básica de Saúde Indígena da comunidade. Vilson era indígena, mas do povo Macuxi, comunidade da Enseada em Uiramutã, e atuava na Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) da Aldeia Maraxiú, apoiando as ações que garantem o acesso à saúde na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele integrava a equipe desde outubro de 2023. Após o caso, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Boa Vista, por um avião da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). A presidente dos Empregados em Estabelecimentos Privados de Serviços de Saúde de Roraima, Joana Gouveia, afirmou que o agente acusado do crime não foi preso e continua na comunidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, não houve nenhuma ação para prendê-lo e ainda não há informações do que teria motivado o crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos indignados e pedindo justiça. Vamos fazer uma paralisação para que o assassino seja preso e para pedir segurança às equipes que trabalham nessa área&#8221;, desabafou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joana contou que houve uma reunião na manhã de sábado para tratar sobre assuntos internos, e quando acabou, o suspeito pegou o arco. “Chamou pelo nome de Vilson e foi logo flechando&#8221;, relatou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acredita que o crime foi “premeditado”, pois o homem cortou o fio da internet do local, fazendo com que a equipe ficasse sem comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os vizinhos arrumaram para poder pedir socorro, mas isso demorou mais de uma hora&#8221;, revela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, a Sesai, ligada ao Ministério da Saúde, lamentou o caso e se solidarizou com a família. Ainda segundo a pasta, foi determinado o desligamento do agente indígena de saúde, suspeito de ter cometido o crime, do cargo na UBSI da Aldeia Maraxiú.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota do ministério</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Ministério da Saúde lamentou a morte de Vilson Souza e se solidarizou com a família da vítima, informando ainda estar à disposição para colaborar com a investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério determinou o desligamento do agente indígena de saúde, suspeito de ter cometido o crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Sesai recomendou a retirada da equipe que atuava no território, movimento que é acompanhado pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma equipe de profissionais do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami presta apoio à família da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil de Roraima e “todas as medidas cabíveis serão tomadas após a investigação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Terra</em></strong></p>
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